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ÁGUA BOA – O governo do Estado está devendo R$ 3 milhões ao Hospital Regional Paulo Alemão de Água Boa. A confirmação foi repassada pelo presidente da Câmara de Vereadores. 

José Ari Zandoná disse que são 5 parcelas atrasadas de R$ 600 mil, totalizando R$ 3 milhões. Para piorar o quadro, no final de setembro, vencerá a sexta parcela. Vereador Ari Zandona

Zandoná disse que o Hospital só mantem os atendimentos graças a participação dos municípios consorciados que mantém os repasses em dia.

O presidente da Câmara de Vereadores lembrou que há cerca de três anos, participou de uma ampla reunião com diversas lideranças municipais.

Naquela ocasião, o atual governador, Pedro Taques, garantiu que nunca atrasaria o repasse de recursos ao Hospital Regional.

Ari Zandoná considera uma falta de vergonha o atraso dos recursos para a saúde.

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 ÁGUA BOA – Os meses de Agosto e Setembro compreendem o período em que os atendimentos médicos relacionados a problemas respiratórios aumentam muito se comparados aos outros meses do ano. A informação é do enfermeiro chefe do Hospital Vale do Araguaia. Jefferson Maciel disse que crianças e idosos são os que mais necessitam de cuidados.
Além do clima extremamente seco, a fumaça das queimadas também prejudica as pessoas. Maciel disse que é aconselhado manter o ambiente úmido através da utilização de umidificadores de ar. Outra dica útil é manter as vias aéreas hidratadas com soro fisiológico e ingerir muita água. Também deve-se redobrar a atenção com aqueles que já possuem doenças respiratórias como asma e bronquite.
Prevenção – Beber pelo menos 2 litros de água por dia, hidratar as narinas com soro fisiológico, pingar colírio nos olhos, espalhar toalhas molhadas e bacias de água pelo quarto são algumas medidas para combater as doenças causadas pelo ar seco. 
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QUERÊNCIA - Teve início nesta segunda feira e prossegue até o dia 22, a campanha de multivacinação para atualização da carteira de vacinação de crianças e adolescentes, em Querência. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde do Município, 14 vacinas estarão disponíveis em todos os Postos de Saúde de Querência.

Segundo a prefeitura, durante a semana, as salas de vacinação estarão abertas no horário normal de atendimento. No sábado 16 de Setembro, dia D de mobilização e divulgação nacional, as unidades ficarão abertas das 8h às 17h, sem intervalo de almoço.
A campanha tem objetivo de atualizar a situação vacinal da população de crianças e adolescente menores de 15 anos de idade (14 anos 11 meses e 29 dias).

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Saude

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A doença meningocócica é uma doença súbita, potencialmente fatal, da qual, em média, uma pessoa pode morrer a cada oito minutos no mundo.1 Tipicamente, ela se manifesta como meningite bacteriana – uma infecção das membranas que recobrem o cérebro e a medula espinhal; ou sepse – uma infecção da corrente sanguínea, também chamada de meningoccemia2.

Atualmente a sepse é a principal causa de morte nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e uma das principais causas de mortalidade hospitalar tardia, superando o infarto do miocárdio e o câncer. Tem alta mortalidade no país, chegando a 65% dos casos, enquanto a média mundial está em torno de 30-40%. Segundo um levantamento feito pelo estudo mundial conhecido como Progress, a mortalidade da sepse no Brasil é maior que a de países como Índia e a Argentina.3

A meningite e a septicemia (sepse) são doenças graves e podem afetar qualquer pessoa de qualquer idade, mas bebês, crianças e jovens estão em maior risco. A meningite e a septicemia não são comuns, mas podem matar em horas.  Por isso, uma forma muito importante de prevenção é a vacinação. Pode-se contrair meningite e septicemia ao mesmo tempo.4

A sepse é um conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por uma infecção. A sepse era conhecida antigamente como septicemia ou infecção no sangue. Hoje é mais conhecida como infecção generalizada.3

Na verdade, não é a infecção que está em todos os locais do organismo. Por vezes, a infecção pode estar localizada em apenas um órgão, como por exemplo, o pulmão, mas provoca em todo o organismo uma resposta inflamatória numa tentativa de combater o agente da infecção. Essa inflamação pode vir a comprometer o funcionamento de vários órgãos do paciente.3

Por isso, o paciente pode não suportar e vir a falecer. Esse quadro é conhecido como disfunção ou falência de múltiplos órgãos. É responsável por 25% da ocupação de leitos em UTIs no Brasil.3

De acordo com o grau de evolução, a síndrome pode ser classificada em três diferentes níveis: 6

1) Sepse – a resposta inflamatória provocada pela infecção está associada a pelo menos mais dois sinais. Por exemplo, febre, calafrios, falta de ar etc; 6

2) Sepse grave – quando há comprometimento funcional de um ou mais órgãos; 6

3) Choque séptico – queda drástica de pressão arterial que não responde à administração de líquidos por via intravenosa. 6

Sintomas

Os sintomas variam de acordo com o grau de evolução do quadro clínico. Os mais comuns são: febre alta ou hipotermia, calafrios, diminuição na eliminação de urina, respiração acelerada dificuldade para respirar, ritmo cardíaco acelerado e alteração no nível de consciência.

Outros sinais possíveis da síndrome são o aumento na contagem dos leucócitos e a queda no número de plaquetas.

Diagnóstico

O diagnóstico da sepse depende de avaliação clínica e laboratorial criteriosa para identificar e tratar a doença subjacente que deu origem ao processo infeccioso.

Com esse objetivo, são realizados exames de sangue, como a hemocultura, exames de urina e, se necessário, a cultura das secreções respiratórias. Exames de imagem, como radiografia, ultrassonografia, tomografia e ressonância magnética, podem ser úteis para esclarecer o diagnóstico.

Recomendações

O risco de contrair infecções será menor se forem respeitados os seguintes princípios básicos:

* lavar as mãos com frequência com água e sabão;

*  manter o esquema de vacinação atualizado;

Vacinas

Atualmente existem 4 vacinas disponíveis para imunização ativa contra os 5 principais sorogrupos causadores da doença meningocócica no Brasil, são elas:8

- Vacina Adsorvida Meningocócica C (Conjugada), a única disponível gratuitamente no Programa Nacional de Imunização (PNI), na rede pública. 9,10

- Vacina Meningocócica ACWY (Conjugada). Esta vacina ACWY é conjugada à proteína carreadora CRM197. 11

- Vacina Meningocócica ACWY (Conjugada). Esta vacina ACWY é conjugada ao toxóide tetânico.12

- Vacina Adsorvida Meningocócica B (Recombinante).13

Sobre a GSK

Uma das indústrias farmacêuticas líderes do mundo, a GSK está empenhada em melhorar a qualidade da vida humana permitindo que pessoas façam mais, vivam melhor e por mais tempo. Para mais informações, visite www.gsk.com.br.

Referências:

1.       Naghavi M, et al. (2013). Global, regional, and national age-sex specific all-cause and cause-specific mortality for 240 causes of death, 1990-2013: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study. The Lancet, 385, pp.117-171.

2.       CASTIÑEIRAS, TMPP. Et al. Doença meningocócica. In: CENTRO DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE PARA VIAJANTES. Disponível em: Acesso em: 07 ago. 2015.

3.       INSTITUTO LATINO AMERICANO DE SEPSE. O que é sepse. Disponível em: <http://www.ilas.org.br/o-que-e-sepse.php>. Acesso em: 08 ago. 2016.

4.       MENINGITES RESEARCH FUNDATION. Meningite e Septicemia. Disponível em: <http://www.meningitis.org/assets/x/50246>. Acesso em: 08 ago. 2016.

5.       INSTITUTO LATINO AMERICANO DE SEPSE. Relatório Nacional PROTOCOLOS GERENCIADOS DE SEPSE - Sepse grave e choque séptico – 2005 a 2015. Disponível em: <http://www.ilas.org.br/assets/arquivos/relatorio-nacional/relatorio-nacional.pdf>. Acesso em:  08 ago. 2016.

6.       ASSOCIAÇÃO DE MEDICINA INTENSIVA BRASILEIRA. Consenso brasileiro de sepse. Revista Brasileira Terapia Intensiva, 16(2), 2004. 256 p. Disponível em: <http://www.amib.org.br/fileadmin/ConsensoSepse.pdf>. Acesso em: 01 set. 2016

7.       CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA – CVE/SES-SP. O que você precisa saber

sobre meningite. 2013. Disponível em: <ftp://ftp.cve.saude.sp.gov.br/doc_tec/RESP/MENI_SOBRE.pdf>. Acesso em: 01 set.2016

8.       Pesquisa realizada na revista Kairos, usando o termo “MENINGOCÓCICA” na busca comum do site. Disponível em:<http://brasil.kairosweb.com/resultado_busq.html?prodname=MENINGOC%D3CICA>. Acesso em: 06 fev. 2016.

9.       Moraes JC, Kemp B, de Lemos APS, Gorla MCO, Marques EGL et al. Prevalence, Risk Factors and Molecular Characteristics of Meningococcal Carriage Among Brazilian Adolescents. Pediatr Infect Dis J 2015; 34: 1197-1202

10.   BRASIL. Portal da Saúde. Calendário nacional de vacinação. Disponível em: <http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/leia-mais-o-ministerio/197-secretaria-svs/13600-calendario-nacional-de-vacinacao>. Acesso em: 15 fev. 2016.

11.   Menveo [Vacina Meningocócica ACWY (conjugada)]. Bula da vacina.

12.   Nimenrix® [Vacina Meningocócica ACWY (conjugada)]. Bula do produto.

13.   Bexero [Vacina Adsorvida Meningocócica B (recombinante)]. Bula da vacina.

(Informações para a Imprensa: Camila Curvelo)

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ÁGUA BOA – Com o período de estiagem avançando, não foram mais registrados recentemente casos de dengue, zika e chikungunya no município.

Nas últimas 8 semanas, os números permaneceram estáveis. Nesse ano, são 11 casos suspeitos de dengue contra 775 casos do ano passado. A queda é de 98,5% no comparativo anual.

Em 2.017, sete pessoas apresentaram sintomas suspeitos de zika vírus no município, contra 962 casos do ano passado. A queda é de 99,2% no comparativo. A febre Chikungunya não foi registrada esse ano no município, contra 15 casos suspeitos em 2.016.

Dengue
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Foto: DivulgaçãoBRASÍLIA - Nesta terça-feira (29) é lembrado o Dia Nacional de Combate ao Fumo. A data foi instituída em 1986 e tem como objetivo conscientizar a população sobre os danos causados à saúde pelo uso do tabaco. Estatísticas da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que mais de seis milhões de mortes acontecem todos os anos no mundo devido ao tabagismo.

Com mais de 4,7 mil substâncias presentes em sua composição, o cigarro está relacionado a doenças do sistema cardiovascular, como infartos, derrames e acidentes vasculares cerebrais (AVC); além de cânceres de boca, pulmão e de laringe. As doenças respiratórias mais recorrentes e associadas ao tabaco são enfisemas pulmonares, bronquite, infecções respiratórias e até embolia pulmonar.

Os malefícios não são notados apenas a longo prazo, algumas alterações no organismo podem ser percebidas no cotidiano de quem fuma. "As decorrências podem aparecer imediatamente com o aumento da pressão arterial, alterações de glicemia, mudanças no olfato e no paladar, na textura da pele, queda de cabelos", descreve Sérgio Pontes, da Aliança Instituto de Oncologia.

Estudos recentes constataram que o cigarro pode prejudicar até mesmo o canal auditivo causando, a longo prazo, zumbidos na região. A otorrinolaringologista Aliciane Mota explica que os fumantes são mais propensos a apresentarem otites – inflamações do ouvido – de repetição, rinites alérgicas, sinusites, faringites, câncer de boca e de laringe. "Aqueles que já sofriam com rinites e sinusites antes de fumar têm o quadro agravado com o tabagismo", ressalta a médica do Instituto Brasiliense de Otorrinolaringologia (IBORL).

Primeiros passos para largar de vez o cigarro

- Estar motivado a sair do vício. Não adianta a família mobilizar médicos e/ou investir se o paciente não estiver realmente determinado a parar de fumar;

- Diminuir gradativamente o número de cigarros;

- Evitar carregar o maço ou a carteira de cigarro;

- Evitar deixar cinzeiros em casa;

- Evitar qualquer substância que possa estimular o fumo, tais como café e bebida alcoólica;

- Durante a motivação, falar para as pessoas próximas que está tentando parar de fumar, afim de ajudar no policiamento e no controle. (Ascom)

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