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ATUALIZADA DIA 09/07/2018

 

CUIABÁ - A bebê indígena Analu Paluni Kamayura Trumai, que sobreviveu após ficar 7 horas enterrada numa cova rasa, deve ser transferida da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal da Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá para a enfermaria, nesta segunda-feira (9), após apresentar melhoras consideraveis no quadro de saúde.

Conforme informações obtidas pela reportagem, a bebê já consegue se alimentar sozinha e o sistema renal está funcionando bem. O quadro de infecção foi controlado e desde o dia 25 de junho ela respira sem ajuda de aparelhos.

Na última semana, a bebê apresentou melhoras significativas e os médicos removeram o cateter de tenckhoff, por onde a bebê realizava diálise com uso de drogas vasoativas.

De acordo com o último boletim médico emitido pela coordenação do hospital, na última semana, Analu era acompanhada por fonoaudióloga para aprender a realizar a sucção adequadamenete, pois a dieta dela ainda estava sendo feita por sonda.

A recém-nascida foi transferida para a Santa Casa da Misericórdia de Cuiabá no dia 6 de junho. Antes, ela ficou internada no Hospital Regional Paulo Alemão de Água Boa em estado grave de infecção generalizada e insuficiência respiratória.

 

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ATUALIZADA DIA 03/07/2018

 

CUIABÁ – A bebê indígena resgatada após ser enterrada viva responde bem ao tratamento após intervenção cirúrgica. A menina que é da etnia Kamayurá, nasceu no dia 5 de junho e, logo após, foi enterrada viva em Canarana.

Em estado grave, ela foi transferida para Cuiabá no dia 06 de junho e segue na UTI neonatal da Santa Casa de Misericórdia. Conforme o boletim médico, o quadro clínico dela teve leve melhora.

No dia 7 de junho, o bebê passou por uma intervenção cirúrgica devido a hemorragia digestiva e ao mau funcionamento das funções renais. A criança ficou cerca de 7 horas enterrada viva. Devido ao trauma, apresentou infecção generalizada, distúrbio de coagulação e também uma hemorragia digestiva.

 

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ATUALIZADA DIA 22/06/2018

 

CANARANA – O juiz Darwin de Souza Pontes, de Canarana, determinou que as indígenas Kutsamin Kamayura, 57 anos, e Tapoalu Kamayura, 33 - bisavó e avó da recém-nascida sepultada viva dia 5 de junho, respondam por tentativa de homicídio fora da prisão, usando tornozeleira eletrônica.

A decisão acata pedido do Ministério Público Federal, que entende que o caso pode continuar tramitando na Justiça Estadual, por não ser esta uma questão coletiva. O juiz concordou. Conforme consta em decisão judicial, no interrogatório policial, Kutsamin teve dificuldade de se expressar. Ela é analfabeta, mas tem RG, recebe benefício social e entende a Língua Portuguesa.

Porém, para o juiz ficou claro que, tanto junto à autoridade policial quanto em audiência de custódia, "a ré tinha conhecimento da ilicitude" dos fatos. Pesa contra as indígenas o depoimento de uma enfermeira e servidora da Funai. Ela disse que os envolvidos no caso são integrados à sociedade, moram há muitos anos na cidade e conhecem a cultura urbana, embora fiquem transitando entre a casa onde moram e a aldeia.

Disse ainda que os envolvidos têm ciência do certo ou errado, sabendo que seria vedada a conduta de enterrar um recém-nascido de acordo com leis vigentes. A enfermeira contou que já presenciou muitos partos em aldeia e os indígenas não querem uma criança de mãe solteira convivendo com os demais. Segundo a testemunha, este foi o caso da adolescente de 15 anos, mãe da recém-nascida enterrada viva. A enfermeira disse ainda que não é justificativa não buscar assistência médica alegando descobertura.

Para ela, se não chamaram socorro, "já tinham a intenção prévia de descartar a recém-nascida". Explicou também que a Casai hoje faz todos os procedimentos quanto a óbito de natimorto, de todas as documentações, auxílio funerário, não sendo necessário enterrar criança em fundo de quintal, mesmo se nascer morta. A enfermeira também ressaltou que raros são os indígenas que ainda hoje em dia mantêm esta prática. No entanto, nem a bisavó e nem a avó confessaram que cometeram o crime motivadas por questões culturais.

O juiz negou pedido feito pela Funai de apresentá-las ao Fórum, “mas na primeira oportunidade embraça o cumprimento da citação”. Na decisão diz ainda que há sérios indicativos de que a Funai não estaria operando em Gaúcha do Norte, para onde avó e bisavó foram encaminhadas, e que ao invés de cumprirem prisão administrativa, teriam sido levadas à aldeia local.

Diz o Dr. Darwin que, na verdade, a sede da Fundação está abandonada o que “revela descaso com a Justiça”. O juiz mandou levar, em 3 dias, as indígenas de volta para Canarana, local do fato, para cumprir a prisão provisória e que seja colocada tornozeleira eletrônica nas rés, de modo a facilitar a fiscalização do cumprimento da prisão administrativa que ficou inviabilizada por inoperância da Funai. Até o momento, a Funai não se manifestou sobre o caso. A Federação dos Povos Indígenas emitiu nota se opondo a crimes contra a vida, lamentando os fatos e pedindo respeito aos demais indígenas, que nada têm a ver com este fato isolado.

A bebê segue internada na Santa Casa de Misericórdia em Cuiabá.

 

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ATUALIZADA DIA 20/06/2018

 

CUIABÁ - A bebê indígena resgatada após ser enterrada viva responde bem ao tratamento das funções renais após a intervenção cirúrgica realizada há 11 dias. A menina, que é da etnia Kamayurá, nasceu no dia 5 de junho e, logo após, foi enterrada viva em Canarana.

Em estado grave, ela foi transferida para Cuiabá no dia 06 de junho e internada na Santa Casa de Misericórdia. Conforme o boletim médico emitido na manhã desta quarta-feira (20), a criança ainda encontra-se com a saúde bem debilitada, porém estável.

“Houve melhora considerável da insuficiência renal aguda já com programação para a retirada do cateter da diálise peritoneal”, consta em boletim. A unidade hospitalar informou ainda que a criança está reagindo bem ao tratamento e está em processo de retirada da sedação e do respirador mecânico.

No dia 7 de junho, o bebê passou por uma intervenção cirúrgica devido a hemorragia digestiva e ao mau funcionamento das funções renais. A criança ficou cerca de 7 horas enterrada viva. Devido ao trauma, apresentou infecção generalizada, distúrbio de coagulação e também uma hemorragia digestiva.

 

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ATUALIZADA DIA 11 JUNHO 2018

 

CUIABÁ – Segue internada na UTI Neonatal do Hospital Santa Casa da Misericórdia da capital, a índia recém-nascida que tinha sido enterrada viva na semana passada em Canarana.

A garotinha foi resgatada horas depois por policiais civis e militares. Depois de passar por dois hospitais, Canarana e o Hospital Regional de Água Boa, a indiazinha Kamayura foi transferida para a UTI Neonatal em Cuiabá.

Segundo fontes da UTI, agora pela manhã, a menina segue entubada e respira por aparelhos. Seu estado é grave mas estável.

A avó e a bisavó dela foram presas na semana passada, por suspeita de tentativa de homicídio, já que a criança foi enterrada viva. A Funai está acompanhando o caso.

 

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ATUALIZADA DIA 09/06/2018

 

CANARANA - A avó da índia recém-nascida enterrada viva em Canarana, terça-feira, foi presa nesta sexta-feira, dia 08 de junho.

Segundo fontes da Polícia Civil, a avó é suspeita de ter ministrado chás abortivos para a filha beber, tentando interromper a gravidez da adolescente. Segundo a polícia, Tapoalu Kamayura, 33 anos, é suspeita de premeditar o crime, para evitar que sua filha de 15 anos se tornasse mãe solteira.

A bisavó da bebê, Kutsamin Kamayura, 57 anos, também foi detida e teve sua prisão preventiva decretada pela justiça.

De acordo com a Polícia Civil, a avó da bebê tinha conhecimento da gravidez da filha de 15 anos e, em razão da adolescente ser solteira, ministrou chás abortivos para ela durante todo o período gestacional. A índia recém-nascida sobreviveu depois de ficar seis horas enterrada e foi resgatada por policiais, erm uma cova rasa.

A bebê indígena segue internada na Santa Casa de Misericórdia em Cuiaba.

 

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ATUALIZADA DIA 08/06/2018

 

CUIABÁ - O estado de saúde da índia recém-nascida resgatada depois de ser enterrada viva em Canarana, piorou nas últimas horas. A criança está internada desde quarta-feira (6) em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal da Santa Casa de Misericórdia em Cuiabá.

Um novo boletim médico, divulgado no final da manhã desta sexta-feira, aponta que a menina teve insuficiência respiratória e, por isso, foi entubada e respira com a ajuda de aparelhos.

Ainda segundo a Santa Casa, a criança apresentou sangramento digestivo e infecção. Por conta desse quadro de saúde, os médicos anunciaram que a recém-nascida passará por uma intervenção cirúrgica para colocar um cateter que deve tratar uma insuficiência renal.

 

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Foto: Abelha Táxi Aéreo CUIABÁ – A índia recém-nascida resgatada depois de ser enterrada viva pela família dela em Canarana, já respira sem a ajuda de aparelhos.

A criança está internada desde quarta-feira (6) em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal da Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá.

Em nota divulgada à imprensa, o hospital disse que a menina tem um quadro de saúde estável, porém, ainda é considerado grave.

A menina tem 2,4 kg e mede 47 centímetros. Segundo a Santa Casa de Cuiabá, a recém-nascida passa por um tratamento de infecção e a equipe pediátrica descartou qualquer tipo de cirurgia. (Ascom)

A criança foi internada primeiro no Hospital Municipal de Canarana, e depois, transferida para o Hospital Regional Paulo Alemão de Água Boa.

 Foto - Abelha Táxi Aéreo

 

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ATUALIZADA DIA 07/06/2018 16hs 45min

CUIABÁ - A índia recém-nascida resgatada depois de ser enterrada viva pela família indígena em Canarana, está internada em estado grave na Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá.

Ela tem um quadro de infecção e insuficiência respiratória e está internada desde a noite de quarta-feira (6) em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal. A menina sobreviveu após ficar seis horas enterrada e foi resgatada na terça-feira (5) por policiais de Canarana.

De acordo com o médico Ulisses do Prado, a criança pesa 2,420 gramas e o quadro de saúde, apesar de ser grave, é estável. A menina apresentou sangramento e passou por exames. Nossa reportagem manteve contato agora com a Santa Casa. Fonte da UTI disse que o quadro da criança é crítico, mas estável.

 

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CANARANA - A bisavó da índia recém-nascida resgatada na terça-feira (5) após ter sido enterrada viva em Canarana, teve a prisão convertida em preventiva. A anciã passou por audiência de custódia nesta quarta-feira (6) no Fórum de Canarana.

A menina sobreviveu e foi resgatada por policiais, que registraram o resgate em vídeo. Kutsamin Kamayura, de 57 anos, durante seu depoimento, alegou que qa criança não chorou, e por achar que estivesse morta, foi sepultada. Seguindo o costume da comunidade indígena, ela enterrou o corpo no quintal, sem comunicar os órgãos oficiais.

Na decisão, o juiz Darwin de Souza Pontes, da 1ª Vara de Canarana, disse que para manter a ordem pública, determinou a prisão preventiva de Kutsamin. Ela deve responder por tentativa de homicídio. A bisavó foi transferida para a Cadeia Pública de Nova Xavantina. A Fundação Nacional do Índio acompanha a situação.

 

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ÁGUA BOA – A recém-nascida indígena da etnia Kamayura, resgatada na terça-feira (05.06) por policiais militares em Canarana após ser enterrado viva, foi transferida para a Santa Casa de Misericórdia, em Cuiabá, no início da noite desta quarta-feira (06.06).

A criança estava internada no Hospital Regional de Água Boa. De acordo com a administradora do Hospital Regional Paulo Alemão, Salete Lauermann, exames revelaram que a criança está com hipotermia grave e distúrbio de coagulação.

Esse diagnóstico levou a pediatra Flávia Bonini a pedir a transferência da bebê para a capital mato-grossense. A criança indígena seguiu direto para um leito de UTI neonatal da Santa Casa onde passa por avalição detalhada. A UTI aérea contratada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES/MT) chegou por volta das 18hs em Água Boa e retornou 40 minutos depois. A chegada da pequena sobrevivente na capital causou repercussão.

 

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CANARANA - O Ministério Público Federal em Mato Grosso (MPF/MT) e o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPE/MT) estão acompanhando, desde o início da manhã desta quarta-feira (06), o caso da recém-nascida indígena enterrada viva no município de  Canarana.
Trata-se de bebê indígena xinguano, ou seja, de uma etnia residente no Parque Nacional do Xingu. Uma das versões do fato decorre da cultura milenar de bater na cabeça e enterrar um dos gêmeos (o que traz o espírito do mal), e também os filhos “sem pai”, que seria este o caso da bebê indígena. Outra versão que chegou ao conhecimento do MPF é que a criança teria caído de cabeça no chão quando a mãe deu à luz no banheiro da casa, razão pela qual ela acreditaria que a criança já estaria morta ao ser enterrada. 
O bebê foi encaminhado ao Hospital Municipal de Canarana, e de lá, transferido para o Hospital Regional Paulo Alemão, em Água Boa. O representante da Fundação Nacional do Índio (Funai) já está em Água Boa e o Promotor de Justiça está a caminho.
O MP Estadual atuará tanto por meio da Promotoria da Infância quanto da Promotoria Criminal no local, enquanto que MPF prestará todo o auxílio necessário, respeitando as peculiaridades culturais, o interesse da criança e a eficiência da investigação criminal. Mas informações, tanto sobre o estado da criança quanto sobre a investigação criminal, serão divulgadas oportunamente, assim que forem obtidas, preservando sempre a intimidade da família e o interesse da investigação. (Ascom)

 

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ATUALIZADA

CANARANA - A bisavó da índia recém-nascida que foi enterrada no quintal da casa, foi detida pela Polícia Civil de Canarana. A bebê sobreviveu e foi resgatada por policiais na noite de terça-feira.

A Polícia Civil estima que a criança recém-nascida tenha ficado enterrada por cerca de 7 horas, entre ás 14hs e às 20hs, até ser resgatada da cova rasa. A bebê está internada no Hospital Regional Paulo Alemão de Água Boa.

A bisavó de 57 anos, disse quea criança não chorou e, por isso, acreditou que estivesse morta. Seguindo o costume da comunidade indígena, ela enterrou o corpo no quintal, sem comunicar os órgãos oficiais. Ela foi indiciada por tentativa de homicídio, e passará por audiência de custódia ainda hoje.

O delegado de polícia de Canarana, Dr. Deuel Paixão Santana, informou que a avó e a mãe do bebê foram ouvidas na delegacia e liberadas. A adolescente está com um quadro de saúde debilitado e com hemorragia. A Fundação Nacional do Índio (Funai) acompanha a situação com a família e a bisavó.

 

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Bebê 2 net ÁGUA BOA - A bebê resgatada pela polícia após ser enterrada viva pela avó indígena em Canarana, passa bem de saúde. A informação é da administradora do Hospital Regional Paulo Alemão de Água Boa.

Salete Lauermann disse que a bebê foi submetida a diversos exames e está bem de saúde. "Trata-se de um milagre".

A criança segue internada no Hospital Regional em observação médica.

 

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CANARANA – Nesta terça-feira, policiais de Canarana resgataram uma criança enterrada viva. O fato ocorreu com uma família indígena. A criança só foi localizada em uma cova rasa, por volta das 21hs. Os policiais se surpreenderam ao notar que a criança chorava.

O bebê foi imediatamente socorrido ao Hospital Municipal de Canarana, e de lá, transferido para o Hospital Regional Paulo Alemão de Água Boa. Policiais e pessoas presentes se emocionaram ao escutar o choro do bebê e constatarem que ainda estava com vida, horas após seu sepultamento.

A criança foi salva pelo major João Paulo, sargentos Fernando e Oliveira e pelo soldado Henrique. Consta no boletim de ocorrência que a garota indígena de 15 anos, tinha dado à luz por volta do meio dia de ontem, terça-feira (05). A etnia é do Parque Nacional do Xingu onde existem 19 nações indígenas.

Por volta das 16hs a criança foi enterrada viva em um terreno baldio ao lado de sua residência, na Av. Paraná, no bairro Nova Canarana. O fato chegou ao conhecimento de uma testemunha por volta das 20hs, quando a polícia foi acionada. Policiais militares em conversa com a avó da criança, foram informados que a bebê havia nascido morta por ser prematura. Após cavarem no local, a criança foi resgatada com vida, cerca de 5 horas após o sepultamento.