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ATUALIZADA DIA 06/12/2017

NOVA XAVANTINA - Está sendo discutida a possibilidade de se promover uma reconstituição do crime que tirou a vida do jovem água-boense Renan Luna. A informação partiu do Delegado Regional de Polícia.

Dr. Welber Franco Batista disse que é bem possível que se requeira tal reconstituição para clarear os fatos que ocorreram na madrugada do dia 09 de abril desse ano, quando perdeu a vida tragicamente, o jovem água-boense. Dezenas de pessoas já prestaram depoimento no inquérito que tramita na Delegacia de Polícia de Nova Xavantina, sob o comando do Dr. Sidarta.

Até agora, as investigações ainda não apontaram nada de conclusivo, sendo que as diligências ainda prosseguem. No dia 18 de abril, familiares e amigos de Renan fizeram uma caminhada em Água Boa pedindo justiça para o caso. O Major Escolástico que na época trabalhava em Nova Xavantina acabou trocando tiros com algumas pessoas que estavam saindo da festa.

Por isso, uma das suspeitas é que uma bala perdida tenha tirado a vida de Renan, mas isso tem que ser apurado conclusivamente pelos peritos. Curioso é que o caso já vai completar 8 meses e o inquérito ainda não foi concluído e existem poucas informações sobre a tragédia.

 

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ATUALIZADA DIA 09/SET

NOVA XAVANTINA – Completam hoje 6 meses da morte do água-boense Renan Luna, morto com um tiro na cabeça ao sair de uma festa em Nova Xavantina, no dia 09 de abril desse ano. Amigos que estavam com Renan na hora da tragédia, disseram ter ouvido o disparo de uma pistola.

Várias pessoas prestaram depoimentos afirmando que ouviram alguns tiros naquela madrugada. Em um primeiro momento, a Polícia Militar chegou a prender 3 suspeitos, que foram colocados em liberdade poucos dias depois. A família enlutada espera por justiça.

Mais de 30 pessoas já prestaram depoimento e as diligências prosseguem. O desenrolar do inquérito está sendo aguardado com grande expectativa pela comunidade regional. Fontes da Delegacia de Nova Xavantina disseram que falta colher o depoimento de apenas um policial para o desfecho das investigações.

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ATUALIZADA DIA 10/09

NOVA XAVANTINA – Completaram ontem 5 meses da morte do água-boense Renan Luna, morto com um tiro na cabeça ao sair de uma festa em Nova Xavantina, no dia 09 de abril desse ano. Amigos que estavam com Renan na hora da tragédia, disseram ter ouvido o disparo de uma pistola. Várias pessoas prestaram depoimentos afirmando que ouviram alguns tiros naquela madrugada. 

Em um primeiro momento, a Polícia Militar chegou a prender 3 suspeitos, que foram colocados em liberdade poucos dias depois. A família enlutada espera por justiça em um caso que parecia simples de ser resolvido, mas que até agora não foi concluído. Mais de 30 pessoas já prestaram depoimento, e as diligências prosseguem. Como o caso está sob investigação, o Ministério Público Estadual ainda não ofereceu denúncia contra ninguém.

O desenrolar do inquérito está sendo aguardado com grande expectativa pela comunidade regional

 

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ATUALIZADA DIA 22 AGOSTO

ÁGUA BOA – A Câmara de Vereadores aprovou ontem a noite (21/08) o envio de ofícios ao Delegado Regional de Polícia, Dr. Welber Batista, ao comandante regional da Polícia Militar, Coronel Tadeu Firme, cobrando informações referentes ao inquérito policial que investiga o assassinato do jovem água-boense Renan Luna.

Renan foi morto com um tiro na cabeça no dia 09 de abril desse ano na saída de uma festa em Nova Xavantina. Passados mais de 4 meses, até agora, o inquérito policial ainda não foi finalizado. Os vereadores de Água Boa também aprovaram envio de ofício ao Secretário Estadual da Segurança Pública e ao Comandante Geral da Polícia Militar em Mato Grosso, coronel Marcos Cunha, cobrando agilidade na finalização das investigações.

No documento, os vereadores lembram que até uma passeata pedindo justiça foi feita em nossa cidade. Para os vereadores, trata-se de atender ao clamor popular por justiça.

 

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ATUALIZADA DIA 10 DE AGOSTO

 NOVA XAVANTINA – Completaram ontem 4 meses da morte do água-boense Renan Luna, morto com um tiro na cabeça ao sair de uma festa em Nova Xavantina, no dia 09 de abril desse ano. Amigos que estavam com Renan na hora da tragédia, disseram ter ouvido o disparo de uma pistola. Várias pessoas prestaram depoimentos afirmando que ouviram alguns tiros naquela madrugada. Renan Luna

Em um primeiro momento, a Polícia Militar chegou a prender 3 suspeitos, que foram colocados em liberdade poucos dias depois. A família enlutada espera por justiça em um caso que parecia simples de ser resolvido, mas que até agora não foi concluído. Mais de 30 pessoas já prestaram depoimento, e as diligências prosseguem. Como o caso está sob investigação, o Ministério Público Estadual ainda não ofereceu denúncia contra ninguém.

O desenrolar do inquérito está sendo aguardado com grande expectativa pela comunidade regional. Ainda não há prazo para a conclusão do inquérito pela Delegacia de Polícia.

NOVA XAVANTINA – O inquérito policial que investiga a morte de Renan Luna ainda não retornou ao Ministério Público Estadual para sua manifestação. A confirmação é de fontes da promotoria de justiça. O inquérito também foi dividido. Um inquérito apura exclusivamente a morte de Renan Luna.

O outro inquérito passou a investigar algumas brigas que aconteceram no local ao mesmo tempo em que Renan Luna foi morto. Segundo a mesma fonte da promotoria de justiça, os dois inquéritos passam por novas diligências na Delegacia de Polícia de Nova Xavantina.

ÁGUA BOA – O chefe da Politec de Água Boa confirmou que vários exames periciais foram efetuados no inquérito que investiga a morte do água-boense Renan Luna em Nova Xavantina. Paulo Victor Barbosa afirmou que entre os laudos, um deles é o laudo da balística, que foi anexado ao inquérito policial. Barbosa salientou, porém, que a pedido da autoridade policial, tais informações não podem ser tornadas públicas nesse momento.

 

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ATUALIZADA DIA 26/06 

Capa do Inquerito NOVA XAVANTINA – Completam-se dois meses e meio da morte trágica de Renan Luna em Nova Xavantina. Ele foi morto com um tiro de arma de fogo na cabeça no final da madrugada do dia 09 de abril desse ano. O fato ocorreu na saída de uma festa naquela cidade. O Inquérito policial que investiga os fatos já conta com cerca de 30 depoimentos de testemunhas e suspeitos.

Inicialmente, três pessoas foram detidas pela Polícia Militar por terem tentado agredir o Major Escolástico que estava na festividade. O próprio Major confirmou em depoimento, que esteve no local e percebeu que um jovem estava fazendo uso de drogas. O policial tentou deter o jovem, mas foi cercado e perseguido por cerca de 20 jovens. O Major também afirmou que se sentiu ameaçado pelos jovens, e por isso, efetuou alguns disparos para o chão, para intimidá-los.

O inquérito policial foi enviado ao Fórum, que o repassou ao Ministério Público Estadual. Porém, a Delegacia de Polícia requisitou a peça novamente para prosseguir em novas diligências e oitivas. Algumas testemunhas prestaram depoimento dizendo que ficaram sabendo que o policial militar havia feito alguns disparos na saída da festa. Há pessoas que também prestaram depoimento dizendo que viram o Major Escolástico tentando fugir de um grupo de pessoas.

Já um bombeiro militar que atendia a ocorrência, disse que chegando ao local da festa, foi informado pelo Major Escolástico de que havia tiroteio no interior da festa. Porém, o bombeiro destacou que enquanto permaneceu no local, não ouviu disparos. O bombeiro ressaltou ainda que as pessoas comentaram que havia alguém morto no interior do local. Tem outro depoimento de testemunha que afirma ter visto o jovem água-boense Renan momentos antes de ser atingido por um disparo.

Todos os que prestaram depoimento jamais citaram qualquer ato ilegal que pudesse ter sido praticado por Renan Luna. Outros afirmaram que foram mais do que apenas dois tiros disparados naquela madrugada. Um revólver calibre 38 com cinco munições deflagradas foi encontrado no muro que cerca a sede campestre. Também uma cápsula de munição .40 foi encontrada perto de uma mancha de sangue da vítima. Os materiais foram anexados ao Inquérito Policial, assim como também uma pistola que pertence ao Major Escolástico.

Como o caso está sob investigação, o Ministério Público Estadual ainda não ofereceu denúncia contra ninguém. Na capa do inquérito da Delegacia de Polícia, consta o nome de três jovens como possíveis suspeitos, bem como os nomes das vítimas, o Major Escolástico e Renan Luna. O desenrolar do inquérito está sendo aguardado com grande expectativa pela comunidade regional.

Ainda não há prazo para a conclusão do inquérito pela Delegacia de Polícia, o que pode demorar ainda 30 dias devido a solicitação de novas diligências pela autoridade policial. (Inácio Roberto)

 

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ATUALIZADA DIA 19/04 

Todos vestidos com camiseta em homenagem a RenanÁGUA BOA – Amigos e familiares do jovem Renan Luna promoveram ontem no final da tarde, a Caminhada de Luto na Av. Júlio Campos, centro da cidade. Convocada pelas redes sociais, a caminhada foi pacífica e acompanhada por policiais militares. A caminhada partiu da frente do Fórum subindo até o coração na entrada da cidade, retornando até a frente do Fórum.

Os participantes fizeram a Oração do Pai Nosso e em seguida se dispersaram. Os organizadores informaram que foram cerca de 400 participantes. Já o Tenente Coronel Wanderson Silva Sá, disse que foram cerca de 300 manifestantes. Os participantes da caminhada exibiam cartazes exigindo justiça para o assassinato ainda não esclarecido do jovem Renan Luna. Somos todos por Renan Luna, “E se fosse seu filho?”, Queremos Justiça. Quem matou Renan? “Mais uma família destruída”.

O crime ocorreu no final da madrugada de domingo, 09 de abril, na saída de uma festa em Nova Xavantina. Ontem, o amigo de Renan, Mauri Machado Júnior, disse à nossa reportagem que estava ao lado do amigo Renan quando este levou o tiro. Mauri disse que a cápsula vazia da arma caiu sobre o corpo de Renan logo após o disparo. Ele prestou depoimento na Delegacia de Polícia de Nova Xavantina.

ÁGUA BOA – Após a Caminhada de Luto em prol de Renan Luna, o pai dele, Vando Luna concedeu entrevista. Ele afirmou que o sentimento que a família passa é difícil de descrever. Ele agradeceu à força recebida da comunidade e dos amigos que deram total apoio nessa caminhada.

Vando Luna disse que a família não quer vingança, somente justiça. O pai de Renan disse que vai acionar um advogado para acompanhar o desenrolar do inquérito policial.  Ele tem medo que o caso caia no esquecimento e por isso, todos estão clamando por justiça. Vando Luna disse que esse caso tem só uma versão, e não duas versões.

ÁGUA BOA – O comandante do Policiamento na região, considerou a Caminhada de Luto - Renan Luta como uma caminhada pacífica, silenciosa e triste. A população está pleiteando um direito, que é o direito à justiça.

O tenente Coronel Wanderson Silva Sá disse que a PM deu o devido apoio à caminhada. Ressaltou que o 13º Comando Regional da PM está solidário com a família que passou pela tragédia. Relatou que a Polícia Militar está trabalhando de forma imparcial na segurança pública.

 

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ATUALIZADA DIA 17/04 

Caminhada de luto ÁGUA BOA - Amigos do jovem Renan Luna, 22 anos, estão organizando uma Caminhada de Luto para esta terça-feira, 18 de abril. A passeata pacífica será realizada em frente ao Fórum de Água Boa, localizado na Av. Júlio Campos, centro da cidade.

O objetivo da Caminhada de Luto é pelo esclarecimento do assassinato de Renan Luna.

O crime ocorreu no dia 09 de abril na saída de uma festa universitária em Nova Xavantina.

"Água Boa clama por justiça e que ela seja feita", diz o cartaz que circula nas redes sociais.

Os jovens estão utilizando as redes sociais para conclamar a população a participar da caminhada. O crime chocou a comunidade, que quer justiça para o fato.

 

 

 

 

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NOVA XAVANTINA - A juíza Luciene Kelly Marciano Roos, da 2ª Vara Cível e Criminal de município de Nova Xavantina, determinou que a cena da morte do universitário Renan Luna, de 22 anos, no dia 9 deste mês fosse periciada. Ele foi assassinado com um tiro na cabeça ao sair de uma festa universitária naquele município. A decisão foi publicada na terça-feira (11) e divulgada neste sábado (15).

O crime ocorreu por volta das 4h, quando o rapaz estava indo para o carro a fim de deixar o local. A vítima era da cidade de Água Boa, mas estudava engenharia elétrica em Bauru (SP).

O major da Polícia Militar Roosevelth Escolástico prestou depoimento e foi afastado das funções até a conclusão do processo. Três pessoas foram detidas pela PM sob a alegação de terem atacado o major durante a festa. Os três, no entanto, já foram liberados.

Na decisão, a magistrada determina que o local do crime seja periciado com o intuito de informar como a morte ocorreu e se o local, “em tese, sofrera algum tipo de ação externa até a chegada da polícia técnica”.

Além disso, a investigação deve apontar a distância em que a arma usada no crime estava da vítima. Um exame pericial também deve comparar a bala que matou Renan com as armas supostamente usadas por seguranças no evento.

Na mesma decisão, a juíza proíbe o major da PM de participar das investigações e entregar a arma usada por ele para ser periciada. Ele também está proibido de manter contato com as testemunhas do crime.

Entre as pessoas que devem ser ouvidas estão os bombeiros que foram ao local para prestar socorro à vítima, os seguranças que trabalharam no evento. O secretário de turismo de Nova Xavantina também prestará depoimento. Segundo a juíza, ele deve informar se a festa possuía autorização para ser realizada.

Ao G1, o major Roosevelth Escolástico negou ter sido o autor do disparo que matou o estudante Renan Luna. Ele admitiu ter feito disparos, mas disse que todos foram em direção ao chão. "Tenho certeza que o tiro não saiu da minha arma. A perícia vai provar isso", disse. (Fonte: G1)

 

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ÁGUA BOA - O Coronel Márcio Tadeu da Silva Firme do 13º Comando Regional da Polícia Militar se manifestou na segunda-feira sobre a morte de Renan Luna, ocorrido no domingo de madrugada na saída de uma festa em Nova Xavantina. Afirmou que o Major Escolástico havia dado voz de prisão para 3 jovens usuários de droga no banheiro do local da festa.

Na sequência, outros jovens impediram que o Major prosseguisse na ação de deter os suspeitos. O Major sustenta que teve que sair do local e para alertar a turma, disparou duas vezes para o chão. O Coronel também afirmou que quando a guarnição da PM e do Corpo de Bombeiros chegaram, não puderam prestar socorro imediato à vítima, pois ainda se ouviam disparos de arma de fogo. Depois disso, Renan foi levado ao Hospital Municipal onde foi constatado seu óbito. Três jovens suspeitos foram detidos com entorpecentes. Várias testemunhas prestarão depoimento para esclarecer os fatos. O comandante do 13º CR garantiu que as investigações prosseguirão de forma isenta, “doa a quem doer”.

O Coronel confirmou que o Major Escolástico prestou depoimento na noite de domingo na Delegacia de Polícia. Sua arma foi apreendida. O Inquérito Policial Militar depois de concluído, será remetido à Corregedoria da Polícia Militar e ao Ministério Público. “A preocupação é de que a justiça seja feita”. Ele disse acreditar que no desenrolar do inquérito toda a verdade aparecerá. O Coronel não quis comentar a possibilidade de se tratar de um caso de bala perdida. Tadeu Firme observou que a perícia vai determinar com precisão todos os fatos. Ele refutou áudios e comentários que circulam nas redes sociais, pois são os autos do inquérito que apontarão os rumos do processo. O comandante negou que algum integrante da guarnição da PM tenha efetuado algum disparo de arma de fogo.

“Cápsulas de munições foram recolhidas no local dos fatos e tudo passará por perícia”. Ele não soube identificar de qual calibre eram as cápsulas. “Durante a tramitação do Inquérito Policial Militar, nenhum PM será afastado. Somente ao final é que decisões assim poderão ser tomadas”, observou o Cel Tadeu Firme.

ÁGUA BOA - Dr. Deuel Paixão Santana, delegado plantonista atendeu no domingo os fatos ocorridos em Nova Xavantina. Ele afirmou ter instaurado procedimentos para apurar todos os fatos. “A arma do Major Escolástico foi apreendida e anexada ao inquérito policial militar, após perícia. Três jovens apresentados pela PM como tendo sido envolvidos em um desentendimento com o Major Escolástico foram apresentados e indiciados por resistência qualificada e injúria”. Segundo o Major, várias pessoas tentaram avançar contra o oficial que queria deter um suspeito.  O projétil encontrado no corpo de Renan Luna foi encaminhado para a Politec para fins de perícia.

A Polícia Civil aguarda ainda o laudo de necropsia para verificar detalhes sobre o caso. O delegado lembra que o local estava repleto de pessoas, e que qualquer um poderia ter disparado contra o jovem. Os jovens negaram ter participação no homicídio de Renan. Com eles, a polícia encontrou apenas um simulacro. Negaram ainda terem tentado algo contra o Major Escolástico. Mesmo assim, foram indiciados, cabendo à justiça esclarecer os fatos. O homicídio segue sob investigação cujo comando é do Delegado titular da DP de Nova Xavantina, Dr. Sidarta. Dr. Deuel afirmou que ainda não há depoimentos apontando o jovem Renan como participante em qualquer ato ilegal ou desentendimento com alguém na festa.

Cerca de 20 pessoas prestaram depoimento e nenhuma deles viu Renan envolvido em algum ato ilegal. O delegado plantonista observou que algumas pessoas prestaram depoimento confirmando terem ouvido tiros de arma de fogo no local. Nesse momento a Polícia Civil ainda não sabe atribuir a autoria do crime. O delegado destacou que se alguém tiver qualquer informação que possa ajudar a desvendar o caso, que compareça na Polícia Civil para prestar este depoimento.

Áudio Coronel

Áudio Delegado

 

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ATUALIZADA DIA 10/04

NOVA XAVANTINA – O comandante da PM de Nova Xavantina, Major Fabiano Roosevelth Escolástico foi ouvido na noite deste domingo (09) na delegacia de polícia civil local. Ele prestou esclarecimentos sobre a morte de Renan Luna, de 22 anos, morto com um tiro na saída de uma festa universitária.

Em seu depoimento, o comandante Escolástico manteve versão publicada ontem pela imprensa estadual. Após a morte do rapaz, três pessoas foram detidas pela Polícia Militar por terem atacado o major durante a festa.

Por meio de nota, a PM disse que já instaurou inquérito policial militar para apurar o fato. A apuração será feita a partir de depoimentos dos policiais, demais envolvidos e testemunhas, além de laudos periciais e outros recursos. Renan Luna foi morto ao deixar a festa, organizada por estudantes da Unemat (Universidade do Estado de Mato Grosso). O rapaz morreu ainda no local.

Veja a nota da PM-MT: “A Polícia Militar informa que já instaurou inquérito policial militar para apurar o fato e as circunstâncias da participação do comandante da Polícia Militar na ocorrência envolvendo a prisão de três indivíduos e a morte do jovem Renan Luna, 22. A PM reitera que a apuração ocorrerá a partir de depoimentos dos policiais militares e dos demais envolvidos, de testemunhas, além de laudos periciais e outros recursos necessários ao esclarecimento da ocorrência.”

CORPO TRASLADADO PARA SP

NOVA XAVANTINA – O corpo de Renan Luna foi trasladado neste domingo por volta das 15hs de avião de Nova Xavantina para o interior de São Paulo. Segundo amigos da família enlutada, o corpo de Renan foi transportado de avião até a região de Lins, São Paulo. De lá, o traslado ocorreu por carro fúnebre até Reginópolis, local do sepultamento.

 

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ATUALIZADA DIA 09/04 - 12hs 30min.

NOVA XAVANTINA - O major Escolástico da Polícia Militar de Nova Xavantina informou agora a pouco, que a festa onde o jovem Renan Luna foi baleado, ocorreu em um clube campestre antigo espaço Gourmet. O oficial comandante afirmou que alguns suspeitos foram flagrados usando drogas. Com isso, outras pessoas que tinham relação com os flagrados, começaram a ameaçar e resistir à ação dos policiais militares.

Segundo o Major Escolástico, vários jovens presentes começaram a perseguir os policiais e houve confronto com disparo de arma de fogo. O próprio Major ressaltou que efetuou dois disparos para o chão para tentar intimidar a turba. Após outros disparos efetuados pela guarnição da PM, o Major disse acreditar que uma bala perdida acertou o jovem que estava distante do local.

Alguns jovens foram detidos por suspeita de participar da troca de tiros. Estes jovens já são conhecidos das forças policiais. O Major destacou que quem ameçar a integridade das ações da Polícia Militar, será autuado. Caberá agora à Polícia Civil por meio de inquérito, apurar todos os detalhes que cercam essa trágica morte.

 

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ATUALIZADA : Familiares confirmaram agora a pouco o falecimento trágico de Renan Luna, 22 anos. O fato ocorreu por volta das 4hs da madrugada de hoje  na saída de uma festa em Nova Xavantina.

Seu corpo passou por necropsia e está sendo embalsamado agora em Nova Xavantina para ser trasladado para Bauru, interior paulista, onde residem parentes, para o velório e o sepultamento. Não foram revelados mais detalhes.

A tragédia chocou a comunidade água-boense, onde Renan era vastamente relacionado.

As forças policiais ainda não repassaram detalhes do ocorrido.

 

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NOVA XAVANTINA – Um jovem de Água Boa teria sido assassinado esta madrugada, por volta de 4hs, na saída de uma festa em Nova Xavantina. As redes sociais comentam detalhes do caso, que até agora não foram confirmados pelas forças policiais.

Os policiais de Nova Xavantina ainda estão registrando o Boletim de Ocorrência, e por isso, não foram liberadas informações oficiais. Dizem que o jovem de 22 anos levou um tiro na cabeça.

Ele foi encaminhado para socorro médico, falecendo em seguida. Por causa disso, os técnicos da Politec não efetuaram o levantamento da cena do crime.

O corpo dele já passou por necrópsia e foi liberado para os familiares. Porém, as forças policiais ainda não liberaram informações sobre o fato.

Detalhes em instantes.