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 ÁGUA BOA – O déficit hídrico já começa a ser sentido no interior do município. Cacimbas e arroios de algumas propriedades rurais já estão com baixos volumes de água. Isto que o período da seca só está no início.

O presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos salienta que primeiro, o déficit hídrico atingiu as lavouras, causando quebra na safra. Luiz Omar Pichetti disse que agora, as pastagens também estão sentindo a falta de chuvas desse ano. Pichetti afirma que em algumas propriedades, será registrada a maior seca da história.

Não se descarta inclusive problemas de abastecimento de água. Ele sugere que as pessoas façam economia de água. Nesse ano, o Inmet registrou apenas 875 milímetros de chuvas, quando o normal é chover cerca de mil milímetros.

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ÁGUA BOA - Ventos causaram destruição no PA Jaraguá. Na sexta-feira à tarde, uma chuva foi registrada em algumas partes da região, nos municípios de Nova Xavantina, Campinápolis, Canarana e Querência. Barracão Buritizal Foto: Água Boa News

No PA Jaraguá, na região da Buritizal, as chuvas chegaram aos 70 milímetros. A informação é de Arlindo ‘Mano’ Milnikel. Porém, o maior prejuízo foi causado pelos ventos fortes, que arrancaram a estrutura de ferro do barracão da Buritizal.

Os prejuízos foram enormes na estrutura, completamente danificada. A igreja próximo do barracão, porém, nada sofreu. O pé de vento atingiu somente o barracão. Na propriedade de Milnikel, choveu cerca de 20 milímetros. Na Serrinha, Sebastião e Dejanira Resende registraram apenas 10 milímetros de chuvas entre sexta-feira e sábado.

Segundo Milnikel, chuvas tardias de maio já tinham sido registradas no assentamento a cerca de 20 anos.

Na cidade, a Estação meteorológica do Inmet não registrou chuva.

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foto ilustrativa ÁGUA BOA – Moradores denunciaram que no sábado, um grupo de indígenas teria retirado árvores de babaçu de uma área de preservação permanente no Setor Universitário. Os moradores não conseguiram identificar a etnia indígena, mas afirmam que cerca de 30 índios carregaram o material para uma caminhonete.

A área verde foi criada no Setor Universitário para preservar uma das nascentes do Vau dos Gaúchos. O que mais revoltou os moradores é já existem extensas áreas de reservas indígenas, onde os indígenas podem fazer a extração desses materiais.

Os índios não devem e não podem fazer a extração de materiais dentro do perímetro urbano da cidade, por se tratar de área de preservação permanente.

ÁGUA BOA – O Técnico de Indigenismo da Funai local, Francisco dos Santos Magalhães, confirmou que um grupo de índios esteve no último sábado na área verde de preservação de nascentes no setor Universitário. Magalhães confirmou que os índios colheram apenas brotos de Buriti.

Os índios da etnia Xavante estão passando pela cerimônia de furação de orelha. Segundo ele, o ritual marca a passagem da adolescência para a vida adulta dos meninos xavante. Para confeccionar os adornos do evento, o indigenista ressalta que os índios coletaram ‘olhos’ de Buriti. Francisco Magalhães negou que os índios tivesse arrancado árvores de Buriti.

ÁGUA BOA – O Conselho do Meio Ambiente do município foi informado de que indígenas teriam feito extração ilegal de brotos de buriti em área de preservação permanente no Setor Universitário. O assunto será discutido no encontro desta terça-feira, dos membros do Conselho. Não está descartada uma notificação do conselho à Funai para que esse tipo de atitude não se repita. (Michele Soares e Inácio Roberto)

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Foto: InternautaÁGUA BOA – Moradores denunciaram um foco de incêndio no lixão, localizado há poucos kilômetros do Setor Universitário. Na manhã de quinta-feira o bairro foi tomado pela fumaça, oriunda do fogo no lixão.

Neste mês de maio está acontecendo a campanha de vigilância de queimadas, 24 horas, no intuito de eliminar os pequenos focos de queimada de lixos e resíduos de jardinagem nos quintais das residências.

O Biólogo Carlos Eduardo Mews, da Vigilância Sanitária, lembra que a pessoa que for flagrada colocando fogo em lixo ou ocasionando qualquer outro tipo de queimada será autuado, mutado e responderá legalmente por isso.

Nessa época do ano em que a região passa pelo período da seca, a qualidade do ar já prejudica a respiração. Além disso, a poeira e a fumaça da queima de lixo aumentaria o índice de doenças respiratórias. O telefone para denúncias é o tele queimadas 9994-5558.

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ÁGUA BOA – Equipe de técnicos do DEMAE se deslocou para a Serrinha hoje, segunda-feira. Eles promoverão manutenção do dosador de cloro e instalarão um desaguador na ponte de rede. O objetivo é evitar o acúmulo de sujeira na tabulação que leva água aos moradores da Serrinha. Os técnicos também vão coletar nova amostra para investigar a qualidade da água distribuída aos moradores.

Os primeiros exames feitos semana passada indicaram que a água da Serrinha estava contaminada. Foram feitas coletas em vários pontos. A água da mina não estava contaminada, mas nas residências, foram encontrados pontos de contaminação. Segundo o biólogo Carlos Eduardo Mews da Vigilância Sanitária, isso indica que a contaminação ocorre na tubulação, que acumula sujeira. O biólogo afirma que o cloro é desinfetante eficaz e com dosagem adequada, o problema será sanado. Nas próximas horas o gerente do DEMAE deverá conceder entrevista para falar sobre o caso.

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ÁGUA BOA – Esta semana, técnicos da Vigilância Sanitária e do DEMAE estiveram na vila da Serrinha, para fiscalizar a distribuição de água para os moradores. O biólogo Carlos Eduardo Mews disse que o manancial de água que abastece a Serrinha vem de uma propriedade particular a 900 metros da vila.

Para minimizar o risco de contaminação, nos anos de 2009 e 2010, a prefeitura cercou o espaço da captação e instalou tela na mina. Também foram abertas valas no entorno para que a água da chuva não alterasse a qualidade da água. Foram 02 técnicos do DEMAE (Departamento Municipal de Água) e 01 técnico da Vigilância Ambiental. O DEMAE ficou a cargo da manutenção da tubulação e da reinstalação do dosador de cloro.

A manutenção clorador (troca de pastilhas de cloro) fica a cargo de Sebastião Resende, funcionário da Prefeitura. Foram coletadas amostras de água na fonte e em três pontos da vila para verificar possível contaminação. Nos próximos 10 dias serão coletadas novas amostras para testar a eficácia do sistema de desinfecção implantado pelo DEMAE.

 

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CUIABÁ - Encerrar nesta 5ª feira, 5 de maio, o prazo de inscrição ao Cadastro Ambiental Rural (CAR). Balanço parcial da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) aponta para 97,3 mil imóveis rurais cadastrados. Esse montante representa 65,79 milhões de hectares e 89% da área cadastrável de Mato Grosso, a maior do país. Em uma semana, o órgão ambiental recebeu mais de 4 mil novos cadastrados em sua base de dados.

Entre os municípios que estão com a maior superfície cadastrada se destacam: Querência (93%), Confresa (89%), Bom Jesus do Araguaia, Santa Cruz do Xingu, Canabrava do Norte, Nova Ubiratã e São José do Xingu (todos esses com 86%), Alto Boa Vista (85%), Ipiranga do Norte (85%) e Nova Mutum (84%). Juntos, eles somam mais de 5 milhões de hectares de área cadastrada.

Por outro lado, entre os 10 que estão com os menores índices de adesão ao CAR estão Ribeirãozinho (27%), Cuiabá (40%), Barão de Melgaço e Acorizal (43%), Pontes Branca (44%), Luciara e Várzea Grande (45%), Rondolândia, Poconé e Torixoréu (46%), que somam mais de 2,4 milhões de hectares de áreas rurais que ainda precisam ser cadastradas.

Conforme o superintendente de Regulação e Monitoramento Ambiental da Sema, Felipe Klein, independente do prazo, o produtor deverá inscrever seu imóvel rural ao CAR, entretanto, realizando neste prazo há garantia dos benefícios previstos no Programa de Regularização Ambiental (PRA) de Mato Grosso, como suspensão de multas e não autuações previstas pela nova legislação.

Sobre o CAR

É um instrumento de gestão ambiental, por se tratar da identidade do imóvel rural, que tem por finalidade integrar as informações ambientais das propriedades e posses rurais, compondo base de dados para controle, monitoramento, planejamento ambiental e econômico e combate ao desmatamento ilegal. Também promove o planejamento territorial, avaliação de passivos e ativos ambientais, definição de áreas prioritárias para conservação ambiental e construção de corredores ecológicos e ações de recomposição de áreas alteradas ou degradadas.

Conforme o secretário de Gestão Ambiental, Carlos Kato, o CAR é uma ferramenta estratégica para o Governo de Mato Grosso que deve ser aperfeiçoado pela atual gestão com a finalidade de fomentar políticas públicas em todas as regiões do Estado. “A partir dele teremos informações exatas e confiáveis sobre o uso do território, o que é extremamente importante para um Estado que possui suas bases econômicas firmadas na propriedade rural, diferentemente de São Paulo por exemplo que prevalecem as indústrias, nós precisamos de mapeamento de todos os polos produtivos e seus produtos”.

Extrato do CAR

Do total de cadastros do Estado, a maioria está na faixa de até 4 módulos fiscais: 69.279 imóveis, que se enquadram na categoria de pequenos produtores rurais. Outros 9.733 imóveis estão na faixa de 5 até 10 módulos fiscais; e 14.294 imóveis têm mais de 10 módulos fiscais. Os médios produtores estão na faixa de 4 a 15 módulos e os grandes produtores têm mais que 15 módulos fiscais. Conforme a área, a estratificação se divide em 5 faixas. De 0 até 50 hectares (ha) 29.645 imóveis cadastrados; de 50 a 200 ha são 30.766 imóveis; de 200 a 400 ha, 13.093; de 500 a 1000 ha, 6.733; e maior que 1000 ha chegam a 13.022.

No país: o último balanço de março deste ano divulgado pelo Serviço Florestal Brasileiro mostra que 67,58% da área passível de cadastro no país já está inscrita, o que significam 2,6 milhões de imóveis rurais. Dos 397,8 milhões de hectares de área a ser cadastrada no país, estimativa calculada segundo o Censo IBGE 2006, mais de 268 milhões de hectares já estão no CAR. Entre as regiões, Centro-Oeste é a terceira com maior número de cadastrados: 67,9% ou 88,2 milhões de ha cadastrados, dos quais quase 70% da área é de Mato Grosso. Norte e Sudeste lideram a lista, com 85,8% cadastrado (80,4 milhões de ha) e 71,4% (42,3 milhões de ha), respectivamente.

Sobre o CAR

O cadastro é obrigatório a todas as propriedades e posses rurais e os dados informados são declaratórios (como a declaração do Imposto de Renda), de responsabilidade do proprietário ou possuidor rural. Os dados do CAR farão parte do Sicar, que ficará sob a responsabilidade da Secretaria de Meio Ambiente dos Estados, do Ministério do Meio Ambiente e do Ibama. O intuito do cadastro é a regularização ambiental, e não a regularização fundiária.

Outras informações sobre o CAR você pode obter no portal da Sema: www.sema.mt.gov.br ou no Atendimento Integrado ao Cidadão pelo 0800 641 0111.

Benefícios do cadastro

Os produtores que aderirem ao CAR terão a possibilidade de regularização das Áreas de Proteção Permanente (APPs) e/ou Reserva Legal com vegetação natural suprimida ou alterada até 22 de julho de 2008 no imóvel rural, sem autuação por infração administrativa ou crime ambiental. Também haverá suspensão de sanções em função de infrações administrativas por supressão irregular de vegetação nessas áreas cometidas até esta data. Outro ponto importante é na obtenção de crédito agrícola, uma vez que o CAR é pré-requisito para liberação dos recursos junto as instituições financeiras que operam recursos atrativos para o setor. (Ascom)

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