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COCALINHO - Após seis dias em operação de combate à pesca predatória e caça ilegal na região Araguaia foram apreendidos 66 quilos de pescado irregular. A ação foi realizada ao longo dos rios Araguaia e Cristalino, localizados entre os municípios de Barra do Garças, Cocalinho e distrito de Bandeirantes, pela equipe de fiscalização da regional da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) de Barra do Garças. A operação foi realizada  entre 14 e 19 de junho, em parceria com a Polícia Militar. Ninguém foi preso.

De acordo com diretor da unidade regional da Sema, Heverton Almeida Oliveira, dentre as espécies apreendidas estavam piau, pintado e barbado. Além dos peixes, a equipe apreendeu quatro tartarugas-da-amazônia e três tracajás. “Constatamos pescadores sem licença, peixe fora da medida e utilização de materiais predatórios em desacordo com a legislação ambiental vigente”.

Também foram apreendidos nove barcos, uma lancha, 10 motores de popa, dois motores elétricos, 30 cambuí (artefato predatório para capturar tarugara), 22 galões, quatro linhadas para captura de tartaruga, três tarrafas e uma rede.

As tartarugas, os tracajás e 28 kg de pescados estavam vivos e foram soltos nos rios. O restante do pescado foi doado para instituições filantrópicas. Heverton explica que nos próximos dias serão lavrados 12 autos de infração que indicarão o valor da multa - baseada no Decreto n° 6514, de 22 de julho de 2008 - que estabelece punição de R$ 700 a R$ 100 mil para este tipo de crime ambiental.

Regras para pesca

Embora esteja fora do período de defeso da piracema, os pescadores profissionais e amadores precisam seguir algumas regras determinadas pela Lei Estadual nº 9.096/2009. Ela estabelece a proibição para uso de apetrechos de pesca como: tarrafa, rede, espinhel, cercado, covo, pari, fisga, gancho, garateia pelo processo de lambada, substâncias explosivas ou tóxicas, equipamento sonoro, elétrico ou luminoso. As medidas mínimas dos peixes constam na carteira de pesca do Estado, e algumas delas são: piraputanga (30 cm), curimbatá e piavuçu (38 cm), pacu (45 cm), barbado (60 cm), cachara (80 cm), pintado (85 cm) e jaú (95 cm).

Denúncias

A pesca depredatória e outros crimes ambientais podem ser denunciadas por meio da Ouvidoria Setorial da Sema: 0800-65-3838; no site da Sema, por meio de formulário; ou ainda nas unidades regionais do órgão ambiental.

 

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 ÁGUA BOA – A Brigada de Incêndio da prefeitura de Água Boa esteve em uma fazenda na manhã desta terça-feira controlando um incêndio, que se alastrou por cerca de 7 hectares.

A causa do fogo é desconhecida. Três homens da brigada de incêndio se deslocaram em um caminhão pipa até a Fazenda MT, localizada a 15 km de Água Boa. Os brigadistas levaram cerca de 1 hora para controlar as chamas.

Neste período de seca, o índice de queimadas é muito maior. Os cuidados devem ser redobrados tanto na área urbana quanto na rural. Devido a baixa umidade neste período, incêndios podem tomar grandes proporções, sendo desastroso para o meio ambiente, causando danos às propriedades rurais e às urbanas.

Os motoristas que trafegam pelas rodovias e estradas não podem jogar bitucas de cigarros, pois a vegetação seca pode incendiar imediatamente.

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A partir de hoje, 15/06, começa em Mato Grosso o Vazio Sanitário da cultura da soja. Durante o período, é proibida a presença de plantas vivas de soja nas lavouras e também o cultivo da cultura. Neste ano, o Vazio Sanitário se estende até o dia 15 de setembro.
A proibição é uma medida fitossanitária para prevenção e controle da ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi), doença que atinge a lavoura de soja e é disseminada a partir de plantas vivas, servindo de ponte verde entre uma safra e outra.
“A medida fitossanitária tem papel fundamental no combate da ferrugem asiática, pois com constante redução da sensibilidade do fungo Phakopsora pachyrhizi às poucas misturas de fungicidas eficazes, este período proibitivo tem efeito de supressão dos esporos viáveis”, explica o analista de projetos da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Eduardo Vaz.
Caso os produtores não respeitem o período, podem ser autuados e/ou multados. A multa para quem descumprir a medida é de 30 UPFs (Unidade Padrão Fiscal) mais 2 UPFs para cada hectare com soja guaxa.
De acordo com dados do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT), no último ano 5.306 propriedades foram vistoriadas. Deste total, foram expedidos 127 autos de infração e emitidas 440 notificações informando quanto à obrigatoriedade da destruição da planta em caso de germinação voluntária.
Os números são crescentes. Em 2010, por exemplo, o Indea-MT fiscalizou 2.216 propriedades e autuou seis.
O Diretor Administrativo da Aprosoja, Alexandre Schenkel, alerta para a necessidade de todos os produtores eliminarem soja de suas lavouras. “O início da semeadura está autorizado a partir de 16 de setembro. Até lá, os agricultores devem eliminar toda a soja voluntária em campo. Precisamos fazer nossa parte no combate a esta doença”.
A Aprosoja faz o acompanhamento do Vazio Sanitário por meio de Informes Técnicos. Acompanhe aqui todos eles: http://www.aprosoja.com.br/produtor/informes-tecnicos/
Denúncia - Os produtores que desejarem fazer denúncias quanto a possíveis descumprimentos do Vazio Sanitário podem utilizar o site www.ouvidoria.mt.gov.br/mensagem.php. Ainda neste ano, o 0800 que começou a valer como disque-denúncia em 2015, deve voltar a funcionar. Por mudança de local, o Indea-MT está readequando os telefones. (Ascom)

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ÁGUA BOA – Frequentadores do popular Inferninho, no Setor Industrial tem deixado um rastro de sujeira após suas reuniões. Garrafas de bebidas, embalagens de cerveja, copos e outros tipos de lixo são deixados para trás ao amanhecer o dia. Todo esse lixo serve como criadouro do Aeds Aegypti quando chega a época das chuvas.

Vale lembrar que recentemente enfrentamos um surto de dengue e zika vírus, ambos ocasionados pelo Aeds Aegypti.

Não custa nada cada frequentador do bom e saudável inferninho, assim como de qualquer outro encontro onde se produza tal tipo de lixo, levar um saco plástico e recolher os vasilhames, latas, copos dentre outros lixos por eles gerados. É um dever como cidadão prezar pela saúde pública, e como ser humano consciente preservar limpo o ambiente em que vive.

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 ÁGUA BOA – O déficit hídrico já começa a ser sentido no interior do município. Cacimbas e arroios de algumas propriedades rurais já estão com baixos volumes de água. Isto que o período da seca só está no início.

O presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos salienta que primeiro, o déficit hídrico atingiu as lavouras, causando quebra na safra. Luiz Omar Pichetti disse que agora, as pastagens também estão sentindo a falta de chuvas desse ano. Pichetti afirma que em algumas propriedades, será registrada a maior seca da história.

Não se descarta inclusive problemas de abastecimento de água. Ele sugere que as pessoas façam economia de água. Nesse ano, o Inmet registrou apenas 875 milímetros de chuvas, quando o normal é chover cerca de mil milímetros.

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ÁGUA BOA - Ventos causaram destruição no PA Jaraguá. Na sexta-feira à tarde, uma chuva foi registrada em algumas partes da região, nos municípios de Nova Xavantina, Campinápolis, Canarana e Querência. Barracão Buritizal Foto: Água Boa News

No PA Jaraguá, na região da Buritizal, as chuvas chegaram aos 70 milímetros. A informação é de Arlindo ‘Mano’ Milnikel. Porém, o maior prejuízo foi causado pelos ventos fortes, que arrancaram a estrutura de ferro do barracão da Buritizal.

Os prejuízos foram enormes na estrutura, completamente danificada. A igreja próximo do barracão, porém, nada sofreu. O pé de vento atingiu somente o barracão. Na propriedade de Milnikel, choveu cerca de 20 milímetros. Na Serrinha, Sebastião e Dejanira Resende registraram apenas 10 milímetros de chuvas entre sexta-feira e sábado.

Segundo Milnikel, chuvas tardias de maio já tinham sido registradas no assentamento a cerca de 20 anos.

Na cidade, a Estação meteorológica do Inmet não registrou chuva.

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