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ÁGUA BOA – Frequentadores do popular Inferninho, no Setor Industrial tem deixado um rastro de sujeira após suas reuniões. Garrafas de bebidas, embalagens de cerveja, copos e outros tipos de lixo são deixados para trás ao amanhecer o dia. Todo esse lixo serve como criadouro do Aeds Aegypti quando chega a época das chuvas.

Vale lembrar que recentemente enfrentamos um surto de dengue e zika vírus, ambos ocasionados pelo Aeds Aegypti.

Não custa nada cada frequentador do bom e saudável inferninho, assim como de qualquer outro encontro onde se produza tal tipo de lixo, levar um saco plástico e recolher os vasilhames, latas, copos dentre outros lixos por eles gerados. É um dever como cidadão prezar pela saúde pública, e como ser humano consciente preservar limpo o ambiente em que vive.

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 ÁGUA BOA – O déficit hídrico já começa a ser sentido no interior do município. Cacimbas e arroios de algumas propriedades rurais já estão com baixos volumes de água. Isto que o período da seca só está no início.

O presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos salienta que primeiro, o déficit hídrico atingiu as lavouras, causando quebra na safra. Luiz Omar Pichetti disse que agora, as pastagens também estão sentindo a falta de chuvas desse ano. Pichetti afirma que em algumas propriedades, será registrada a maior seca da história.

Não se descarta inclusive problemas de abastecimento de água. Ele sugere que as pessoas façam economia de água. Nesse ano, o Inmet registrou apenas 875 milímetros de chuvas, quando o normal é chover cerca de mil milímetros.

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ÁGUA BOA - Ventos causaram destruição no PA Jaraguá. Na sexta-feira à tarde, uma chuva foi registrada em algumas partes da região, nos municípios de Nova Xavantina, Campinápolis, Canarana e Querência. Barracão Buritizal Foto: Água Boa News

No PA Jaraguá, na região da Buritizal, as chuvas chegaram aos 70 milímetros. A informação é de Arlindo ‘Mano’ Milnikel. Porém, o maior prejuízo foi causado pelos ventos fortes, que arrancaram a estrutura de ferro do barracão da Buritizal.

Os prejuízos foram enormes na estrutura, completamente danificada. A igreja próximo do barracão, porém, nada sofreu. O pé de vento atingiu somente o barracão. Na propriedade de Milnikel, choveu cerca de 20 milímetros. Na Serrinha, Sebastião e Dejanira Resende registraram apenas 10 milímetros de chuvas entre sexta-feira e sábado.

Segundo Milnikel, chuvas tardias de maio já tinham sido registradas no assentamento a cerca de 20 anos.

Na cidade, a Estação meteorológica do Inmet não registrou chuva.

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foto ilustrativa ÁGUA BOA – Moradores denunciaram que no sábado, um grupo de indígenas teria retirado árvores de babaçu de uma área de preservação permanente no Setor Universitário. Os moradores não conseguiram identificar a etnia indígena, mas afirmam que cerca de 30 índios carregaram o material para uma caminhonete.

A área verde foi criada no Setor Universitário para preservar uma das nascentes do Vau dos Gaúchos. O que mais revoltou os moradores é já existem extensas áreas de reservas indígenas, onde os indígenas podem fazer a extração desses materiais.

Os índios não devem e não podem fazer a extração de materiais dentro do perímetro urbano da cidade, por se tratar de área de preservação permanente.

ÁGUA BOA – O Técnico de Indigenismo da Funai local, Francisco dos Santos Magalhães, confirmou que um grupo de índios esteve no último sábado na área verde de preservação de nascentes no setor Universitário. Magalhães confirmou que os índios colheram apenas brotos de Buriti.

Os índios da etnia Xavante estão passando pela cerimônia de furação de orelha. Segundo ele, o ritual marca a passagem da adolescência para a vida adulta dos meninos xavante. Para confeccionar os adornos do evento, o indigenista ressalta que os índios coletaram ‘olhos’ de Buriti. Francisco Magalhães negou que os índios tivesse arrancado árvores de Buriti.

ÁGUA BOA – O Conselho do Meio Ambiente do município foi informado de que indígenas teriam feito extração ilegal de brotos de buriti em área de preservação permanente no Setor Universitário. O assunto será discutido no encontro desta terça-feira, dos membros do Conselho. Não está descartada uma notificação do conselho à Funai para que esse tipo de atitude não se repita. (Michele Soares e Inácio Roberto)

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Foto: InternautaÁGUA BOA – Moradores denunciaram um foco de incêndio no lixão, localizado há poucos kilômetros do Setor Universitário. Na manhã de quinta-feira o bairro foi tomado pela fumaça, oriunda do fogo no lixão.

Neste mês de maio está acontecendo a campanha de vigilância de queimadas, 24 horas, no intuito de eliminar os pequenos focos de queimada de lixos e resíduos de jardinagem nos quintais das residências.

O Biólogo Carlos Eduardo Mews, da Vigilância Sanitária, lembra que a pessoa que for flagrada colocando fogo em lixo ou ocasionando qualquer outro tipo de queimada será autuado, mutado e responderá legalmente por isso.

Nessa época do ano em que a região passa pelo período da seca, a qualidade do ar já prejudica a respiração. Além disso, a poeira e a fumaça da queima de lixo aumentaria o índice de doenças respiratórias. O telefone para denúncias é o tele queimadas 9994-5558.

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ÁGUA BOA – Equipe de técnicos do DEMAE se deslocou para a Serrinha hoje, segunda-feira. Eles promoverão manutenção do dosador de cloro e instalarão um desaguador na ponte de rede. O objetivo é evitar o acúmulo de sujeira na tabulação que leva água aos moradores da Serrinha. Os técnicos também vão coletar nova amostra para investigar a qualidade da água distribuída aos moradores.

Os primeiros exames feitos semana passada indicaram que a água da Serrinha estava contaminada. Foram feitas coletas em vários pontos. A água da mina não estava contaminada, mas nas residências, foram encontrados pontos de contaminação. Segundo o biólogo Carlos Eduardo Mews da Vigilância Sanitária, isso indica que a contaminação ocorre na tubulação, que acumula sujeira. O biólogo afirma que o cloro é desinfetante eficaz e com dosagem adequada, o problema será sanado. Nas próximas horas o gerente do DEMAE deverá conceder entrevista para falar sobre o caso.

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ÁGUA BOA – Esta semana, técnicos da Vigilância Sanitária e do DEMAE estiveram na vila da Serrinha, para fiscalizar a distribuição de água para os moradores. O biólogo Carlos Eduardo Mews disse que o manancial de água que abastece a Serrinha vem de uma propriedade particular a 900 metros da vila.

Para minimizar o risco de contaminação, nos anos de 2009 e 2010, a prefeitura cercou o espaço da captação e instalou tela na mina. Também foram abertas valas no entorno para que a água da chuva não alterasse a qualidade da água. Foram 02 técnicos do DEMAE (Departamento Municipal de Água) e 01 técnico da Vigilância Ambiental. O DEMAE ficou a cargo da manutenção da tubulação e da reinstalação do dosador de cloro.

A manutenção clorador (troca de pastilhas de cloro) fica a cargo de Sebastião Resende, funcionário da Prefeitura. Foram coletadas amostras de água na fonte e em três pontos da vila para verificar possível contaminação. Nos próximos 10 dias serão coletadas novas amostras para testar a eficácia do sistema de desinfecção implantado pelo DEMAE.

 

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