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ÁGUA BOA – Com a frase ‘Não Deixe o Desperdício Alcançar Este Cenário’, o Demae - Departamento Municipal de Água e Esgoto de Água Boa lançou uma campanha para evitar o desperdício de água.

Segundo o chefe da repartição, Cristiano Seibel Dalla Costa, o período de estiagem e a presença do fenômeno ‘El Niño’ tem agravado o tradicional cenário da seca na região. 

“Isso fez com que a vazão dos córregos diminuísse consideravelmente. É muito importante que a população faça economia de água.

O Demae enumerou algumas dicas para economizar água:

* Não deixe a torneira ligada ao lavar louça e para higiene pessoal.

* Utilize lavadoras na capacidade máxima de itens com ciclo de economia na lavagem.

* Banhe-se rapidamente.

* Instale sanitários com redução no consumo de água.

* Lave calçadas e veículos com balde sem ficar com mangueira ligada.

* Evite desperdícios.

* Regue plantas em horários sem sol.

* Atenção para vazamentos na rede.

Faça manutenção e avise o Demae pelos telefones 3468-2304 e 3468-1266.

Confira as dicas ao lado.......

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CUIABÁ - Dois novos defensivos agrícolas poderão ser utilizados na agropecuária mato-grossense. Um tem o princípio ativo Propanil + Triclopyr e o outro Acifluorefen Sal de Sódio. Ambos foram devidamente registrados no Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT), obedecendo a regulamentação legal. As informações constam na Portaria 054/2016, publicada no Diário Oficial do Estado no dia 19 deste mês.

A norma contém ainda a atualização de alguns produtos já cadastrados e o cancelamento de outros. São 387 defensivos cancelados, portanto, proibidos para o uso. A Portaria também trata da atualização de cadastros de produtos com a inclusão de culturas. Nesse critério são quatro agroquímicos que podem agir em plantações distintas: de canola (princípio ativo Fluazifope - P – Butílico), cebola, cenoura, melão e tomate (Abamectina); aveia, café, cevada e trigo (Azoxystrobina + Benzovindiflupyr) e para a maçã, o Ethefon.

Onze produtos de diferentes marcas tiveram os cadastros atualizados e uma empresa solicitou a renovação do registro de cadastro. Foram cancelados, mediante solicitação das empresas responsáveis, seis itens registrados pela Volcano Agrociência Indústria e Comércio de Defensivos Agrícolas e dois da Dow Agrosciences Industrial Ltda. No site do Indea (www.indea.mt.gov.br) está disponível a lista com todos os produtos registrados para utilização.

Procedimento

Todos os produtos administrados em áreas de produção mato-grossenses, que já somam 1.189, são primeiramente registrados no Ministério da Agricultura, onde é feito o teste de eficiência agronômica. Nesse estágio, o produto já passou por outras duas fases, a primeira na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para avaliação toxicológica e depois pela área de Meio Ambiente para avaliar a periculosidade ambiental, ou seja, se é tóxica ao meio ambiente. A garantia desse processo dá aval para o registro no Estado, que obrigatoriamente é feito pelo Indea, por meio da Coordenadoria de Defesa Sanitária Vegetal (CDSV).

Sem o registro no Indea, o produto não pode ser utilizado em Mato Grosso. O órgão realiza fiscalizações de rotina para detectar o cumprimento da legislação. “Caso sejam encontrados produtos obsoletos (fora de uso), eles são apreendidos. O detentor do registro é responsável pela retirada desse material junto ao Indea e, consequentemente, pela destinação correta do agrotóxico”, explicou o coordenador de Defesa Sanitária Vegetal do Instituto, Thiago Augusto Tunes. Se for constatado o uso do produto sem o registro ou com a autorização cancelada, cabe multa ao dono da propriedade. (Eliana Bess| Sedec-MT)

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CUIABÁ - Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que nesses primeiros 32 dias do período proibitivo para as queimadas em Mato Grosso, iniciado no dia 15 de julho, foram registrados 6.125 focos de calor, número 101% maior que o mesmo período do ano passado, que alcançou 3.430 focos. O Batalhão de Emergências Ambientais (BEA) atendeu, até o momento, 375 ocorrências. Uma pessoa foi presa em flagrante no município de Cláudia.

Gaúcha do Norte (595 km ao norte de Cuiabá) está no topo do ranking, com 452 registros (ou 7,3% do total), seguido por outras 19 cidades, que representam 53% ou 3.288 focos de calor. Entre elas estão: Nova Nazaré (370), Colniza (285), Campinápolis (284), Ribeirão Cascalheira (284), São Felix do Araguaia (244), Barra do Garças (228), Alto Boa Vista (222), Paranatinga (149), Comodoro (142), Canarana (136), Tangará da Serra (132), General Carneiro (126),  Rondolândia (116), Nova Bandeirantes (106), Santa Terezinha (103), Santo Antônio do Leste (99), Araguaiana (91), Cotriguaçu (86) e Luciara (85).

Conforme balaço do BEA, as propriedades privadas são responsáveis por cerca de 60% dos focos de calor. As terras indígenas aparecem no gráfico com 26% do total, acompanhadas pelas unidades de conservação estadual, com 1,57% e assentamentos, 5, 24%.

Esse quadro de aumento já repercutiu negativamente na qualidade do ar. De acordo com o monitoramento do Laboratório de Ensaios da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), entre 15 de julho e 15 de agosto, 11 municípios apresentaram ‘qualidade do ar inadequada’, enquanto no mesmo período de 2015 apenas quatro cidades do estado estavam nessa categoria.

O limite permitido de material particulado oriundo da fumaça de queimadas é considerado tolerável para seres humanos até 25 microgramas (µg) por metro cúbico de ar (m³), valor que está oscilando entre 20 e 40 µg/ m³ desde o início da proibição às queimadas. É o caso de Sorriso, Colíder e Vila Rica, por exemplo, localidades onde o volume de poluentes chegou a atingir 43 µg/m³, 33 µg/m³ e 34 µg/m³, respectivamente, o que pode levar ao agravamento de várias doenças, principalmente as respiratórias.

Número de focos de calor diminui

Apesar destes dados, o comandante do BEA, tenente coronel do Bombeiro Militar (BM) Paulo André Barroso, lembra que os números de focos de calor caíram em relação à semana passada. Entre os dias 7 e 13 de agosto, o satélite Aqua do Inpe identificou 4.841 focos, número 203% maior que o mesmo período do ano passado. “Diminuímos um pouco mais que 100% nesta semana, mas ainda estamos no início do período proibitivo e o cenário brasileiro é propício para uma elevação dos números nos próximos dias”.

Falta de chuva e ação humana

Para Barroso, um dos fatores que contribui para a tendência de piora do período proibitivo no estado é o El Niño, fenômeno climático que envolve o aquecimento incomum das águas superficiais e subsuperficiais do Oceano Pacífico Equatorial. Ele explica que esse evento periódico alcançou o pico em dezembro do ano passado e os reflexos tendem a elevar as temperaturas globais e alterar padrões climáticos por pelo menos 12 meses, causando impacto social e ambiental no mundo todo. 

Uma das consequências desse fenômeno é a falta da chuva na Amazônia Legal, o que colabora para a elevação da temperatura no Centro-Oeste brasileiro. “A floresta Amazônica absorve a água do solo, manda para atmosfera e então ela chega aqui, mas devido a seca a previsão é de escassez das chuvas, o que pode elevar os índices dos incêndios florestais”.

O comandante do BEA avalia que a chuva que caiu em Cuiabá e municípios adjacentes esta semana não teve impacto significativo no clima da região. “Essas chuvas esporádicas amenizam o clima no momento e, no máximo, 24 horas ou 48 horas depois. Após isso voltamos ao estado crítico”.

Além do El Niño, a ação humana é um dos fatores que ocasionou o agravamento do quadro ambiental do estado.  Nessa época do ano são raras as vezes que um foco de incêndio começa por causas naturais. A maioria deles inicia devido à atitude antrópica do homem, como uma simples fogueira nas folhas para limpar o quintal ou atirar uma bituca de cigarro na estrada pela janela do carro. “É preciso ter a consciência de que uma pequena fogueira pode causar um incêndio devastador. Peço para as pessoas não fazerem o uso do fogo em hipótese nenhuma porque as consequências são irreversíveis à saúde humana e ao meio ambiente”, ressalta Barroso.

Plano de combate

O total de investimentos entre Corpo de Bombeiros e Sema pode chegar a R$ 4 milhões, por meio de uma estrutura de atendimento descentralizada que atenderá os 141 municípios. Também foram estabelecidas parcerias com diversos órgãos e instituições, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Ministério Público Estadual e Federal, e setor produtivo, por exemplo.

A estrutura de atendimento conta com o apoio das 18 unidades do Corpo de Bombeiros nos municípios mais populosos, oito brigadas municipais mistas em regiões mais sensíveis ao fogo (Feliz Natal, Sinop, Cláudia, Ipiranga do Norte, Vera, Sapezal, Campo Novo dos Parecis, Aripuanã, Comodoro, Porto Esperidião) e 10 bases descentralizadas que irão atender as situações mais críticas. Entre brigadas mistas e bases volantes, está prevista atuação de 260 oficiais de bombeiros e 48 agentes civis, montante 310% maior que o do ano passado.

Para atingir mais precisão e uma maior área com resposta rápida, o planejamento deste ano prevê suporte às equipes com dois aviões de combate a incêndio florestal, com capacidade de 3,1 mil litros de água, um helicóptero da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer), 18 veículos Auto Rápido Florestal (ARF), 18 caminhonetes Auto Bomba Tanque Florestal (ABTF), com capacidade para 2,5 mil litros de água, e cinco Auto Florestal (AF). Além disso, a equipe conta com equipamentos de manuseio em mata, como facões, foices, sapas e abafadores.

Denúncias

Utilizar fogo para limpeza e manejo nas áreas rurais é crime passível de seis meses a quatro anos de prisão, com autuações que podem variar entre R$ 1 mil (pastagem e agricultura) a R$ 75 mil por hectares (em Área de Preservação Permanente – APP). Além de denunciar queimadas rurais pelo 0800 647 7363, a população também pode registrar as ocorrências  no Corpo de Bombeiros.

Nas áreas urbanas, o uso do fogo para limpeza do quintal é crime o ano inteiro, conforme a legislação de cada município. As denúncias devem ser feitas por telefone, no 193 do Corpo de Bombeiros, ou nas secretarias municipais de meio ambiente. O período proibitivo para queimadas na área rural segue até 15 de setembro, podendo ser prorrogado devido às condições climáticas.

 

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 ÁGUA BOA – Uma queimada foi registrada ontem no final da tarde, ao lado da ASPM, no setor Industrial. O fogo se alastrou rapidamente alimentado pelos fortes ventos, atingindo pastagens secas nas imediações.

Homens e máquinas da prefeitura foram deslocados para controlar o incêndio, evitando que o mesmo atingisse as pastagens das propriedades vizinhas.

As causas do incêndio serão investigadas. 

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Estiagem ÁGUA BOA – A seca no interior é grave. Em algumas localidades, os córregos secaram e até rios grandes estão com níveis nunca vistos antes. O Rio Sete de Setembro é um exemplo de como a estiagem afeta a região.

Várias propriedades rurais registram o secamento das cacimbas. Até o para o consumo humano, a água está sendo racionada nas propriedades rurais. Ontem, a temperatura máxima chegou aos 36 graus. A umidade do ar subiu até 68%.

Hoje, Água Boa registra quase 37 graus com umidade do ar de 27% (Fonte: Estação Meteorológica do Inmet-Rancho 17)

BARRA DO GARÇAS – Choveu ontem a noite em Barra do Garças. A confirmação foi dada por fontes do Corpo de Bombeiros.

A chuva fraca começou por volta das 21hs, amenizando o clima e aumentando a umidade relativa do ar. Municípios goianos na fronteira com Mato Grosso também registraram chuva a noite passada.

 

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ÁGUA BOA - Nos últimos dias, o calor aumentou e a umidade relativa do ar caiu consideravelmente na região Araguaia. Isso tem facilitado o surgimento de queimadas em várias partes da região. Na terça-feira, 09/08 as temperaturas chegaram aos 37 graus em nossa cidade.
A umidade relativa do ar caiu para 13%, igual a de regiões desérticas. Nos próximos dias, teremos temperaturas altas chegando próximas dos 40 graus, e umidade relativa do ar caindo para os 10%. 
Os dados são da Estação Meteorológica do Inmet localizada no Rancho 17, ao lado da cidade. Deve-se evitar atividades ao ar livre nas horas mais quentes do dia. Também é aconselhado hidratar-se constantemente.
A última chuva registrada na cidade pelo Inmet foi no dia 04 de abril. De lá para cá, são quase 130 dias sem chuvas no Araguaia. (Inácio Roberto)

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