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ÁGUA BOA – A cobrança de taxas para licenciamento ambiental de alguns estabelecimentos comerciais está deixando os empresários revoltados. Nossa reportagem manteve contato com proprietários de farmácias e de oficinas mecânicas de Querência e de Água Boa.

As taxas para licenciamento ambiental e demais adequações para farmácias variam de R$ 2.500,00 até quase R$ 5 mil. Já as oficinas mecânicas para veículos leves terão que promover investimentos que chegam quase aos R$ 15 mil. Diante de um quadro econômico de recessão, este licenciamento ambiental exigido agora está deixando inconformados os empresários da cidade. 

Eles esperam uma solução para o caso, pois consideram abusivos esses valores. Alguns microempresários disseram que não tem os recursos financeiros para tamanho investimento. Eles entendem que o governo está elaborando estratégias só para arrancar mais dinheiro das empresas.

“Se pagarmos as taxas não há poluição do ambiente. Mas não pagarmos, a poluição ocorre do mesmo jeito”, disseram os empresários. Alguns empresários estão pensando em se unir e entrar com recurso na justiça contra a cobrança abusiva. Está faltando união dos empresários nesse sentido", disse umempresário.

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ÁGUA BOA – Alguns moradores da Serrinha realizaram há poucos dias, mutirão de recuperação da nascente de água que abastece o povoado. Os serviços foram no sentido de limpar e canalizar corretamente a mina d’água, aumentando assim, a captação de água. Mesmo assim, os administradores do sistema de água pedem que a população da Serrinha economize água enquanto a estiagem perdurar. A informação foi repassada por Sebastião Resende.

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Foto: Didi-CocalinhoCOCALINHO – Um incêndio florestal atingiu ontem dezenas de propriedades rurais no Assentamento Brejinho-Buritis no município de Cocalinho. Segundo moradores, o fogo se alastrou rapidamente por causa da prolongada estiagem.

Voluntários, homens e máquinas da prefeitura e assentados participaram do combate às chamas. Após algumas horas de trabalho, eles conseguiram debelar as chamas.

O incêndio foi registrado a apenas 5 quilômetros da cidade de Cocalinho, que foi tomada pela fumaça da queimada.

Ninguém sabe informar a origem do fogo.

 

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QUERÊNCIA - O Parque Indígena do Xingu localizado na porção Sul da Amazônia brasileira, registra aumento significativo de queimadas, prática tradicional usada pelos índios para limpeza da roça e cultivo de plantações.

Além disso, o intenso desmatamento no entorno do parque e as alterações climáticas têm contribuído para que as chamas fujam do controle e se alastrem pela área indígena. Dados do Instituto Socioambiental (ISA) apontam para a possibilidade de o Xingu superar a marca história de 2010, quando 10% da vegetação do parque foram consumidos pelo fogo.

XinguApenas no mês de agosto, o parque do Xingu contabilizou 3.891 focos. Em todo o ano passado, foram 2.728 e, em 2014, foram 2.677 focos de incêndio.

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SOBRADINHO/DF – Uma jiboia com 1,5 metro de comprimento foi encontrada no painel do carro de um morador de Sobradinho, no Distrito Federal. O animal foi descoberto por mecânicos, durante manutenção no ar-condicionado do veículo. Jiboia

O veículo foi levado para a oficina porque o sistema havia parado de funcionar. O dono do automóvel disse que esteve em Nova Xavantina (MT) há 15 dias e viu a cobra próxima ao veículo.

A cobra se escondeu no carro e viajou até SobradinhoDF. Os mecânicos tiveram que desmontar todo o painel para conseguir retirar o animal.

O resgate demorou cerca de duas horas. O Batalhão de Polícia Militar Ambiental foi chamado e recolheu a serpente, que foi encaminhada ao Centro de Triagem de Animais Silvestres.

A viagem do animal teve um percurso de cerca de 800km.

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MANAUS – O ano de 2016 deverá ser muito mais seco do que os anos de 2005 e 2010, períodos de seca severa na Amazônia. A conclusão é dos pesquisadores da agência espacial americana, Nasa. Seca no Acre

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), vem monitorando a distribuição das chuvas no Brasil. O Inmet mostra que nos últimos dois anos as chuvas foram muito abaixo das normais em quase todo os estados, especialmente na região Amazônica.

O agravamento da falta de chuva é provocado pelo El Niño (anomalia climática que causa o aquecimento das águas da superfície do Oceano Pacífico).

Com isso, a Amazônia está com menos umidade e as árvores se tornam mais vulneráveis às queimadas. Os efeitos deste El Niño começaram em 2015, com influência sobre o padrão de chuvas em grande parte do Brasil e do mundo.

Na região amazônica as chuvas no último trimestre de 2015, diminuíram cerca de 50%. Esse cenário de pouca chuva não era registrado desde 2002 na Amazônia.

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