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Foto: Didi-CocalinhoCOCALINHO – Um incêndio florestal atingiu ontem dezenas de propriedades rurais no Assentamento Brejinho-Buritis no município de Cocalinho. Segundo moradores, o fogo se alastrou rapidamente por causa da prolongada estiagem.

Voluntários, homens e máquinas da prefeitura e assentados participaram do combate às chamas. Após algumas horas de trabalho, eles conseguiram debelar as chamas.

O incêndio foi registrado a apenas 5 quilômetros da cidade de Cocalinho, que foi tomada pela fumaça da queimada.

Ninguém sabe informar a origem do fogo.

 

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QUERÊNCIA - O Parque Indígena do Xingu localizado na porção Sul da Amazônia brasileira, registra aumento significativo de queimadas, prática tradicional usada pelos índios para limpeza da roça e cultivo de plantações.

Além disso, o intenso desmatamento no entorno do parque e as alterações climáticas têm contribuído para que as chamas fujam do controle e se alastrem pela área indígena. Dados do Instituto Socioambiental (ISA) apontam para a possibilidade de o Xingu superar a marca história de 2010, quando 10% da vegetação do parque foram consumidos pelo fogo.

XinguApenas no mês de agosto, o parque do Xingu contabilizou 3.891 focos. Em todo o ano passado, foram 2.728 e, em 2014, foram 2.677 focos de incêndio.

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SOBRADINHO/DF – Uma jiboia com 1,5 metro de comprimento foi encontrada no painel do carro de um morador de Sobradinho, no Distrito Federal. O animal foi descoberto por mecânicos, durante manutenção no ar-condicionado do veículo. Jiboia

O veículo foi levado para a oficina porque o sistema havia parado de funcionar. O dono do automóvel disse que esteve em Nova Xavantina (MT) há 15 dias e viu a cobra próxima ao veículo.

A cobra se escondeu no carro e viajou até SobradinhoDF. Os mecânicos tiveram que desmontar todo o painel para conseguir retirar o animal.

O resgate demorou cerca de duas horas. O Batalhão de Polícia Militar Ambiental foi chamado e recolheu a serpente, que foi encaminhada ao Centro de Triagem de Animais Silvestres.

A viagem do animal teve um percurso de cerca de 800km.

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MANAUS – O ano de 2016 deverá ser muito mais seco do que os anos de 2005 e 2010, períodos de seca severa na Amazônia. A conclusão é dos pesquisadores da agência espacial americana, Nasa. Seca no Acre

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), vem monitorando a distribuição das chuvas no Brasil. O Inmet mostra que nos últimos dois anos as chuvas foram muito abaixo das normais em quase todo os estados, especialmente na região Amazônica.

O agravamento da falta de chuva é provocado pelo El Niño (anomalia climática que causa o aquecimento das águas da superfície do Oceano Pacífico).

Com isso, a Amazônia está com menos umidade e as árvores se tornam mais vulneráveis às queimadas. Os efeitos deste El Niño começaram em 2015, com influência sobre o padrão de chuvas em grande parte do Brasil e do mundo.

Na região amazônica as chuvas no último trimestre de 2015, diminuíram cerca de 50%. Esse cenário de pouca chuva não era registrado desde 2002 na Amazônia.

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ÁGUA BOA – Com a frase ‘Não Deixe o Desperdício Alcançar Este Cenário’, o Demae - Departamento Municipal de Água e Esgoto de Água Boa lançou uma campanha para evitar o desperdício de água.

Segundo o chefe da repartição, Cristiano Seibel Dalla Costa, o período de estiagem e a presença do fenômeno ‘El Niño’ tem agravado o tradicional cenário da seca na região. 

“Isso fez com que a vazão dos córregos diminuísse consideravelmente. É muito importante que a população faça economia de água.

O Demae enumerou algumas dicas para economizar água:

* Não deixe a torneira ligada ao lavar louça e para higiene pessoal.

* Utilize lavadoras na capacidade máxima de itens com ciclo de economia na lavagem.

* Banhe-se rapidamente.

* Instale sanitários com redução no consumo de água.

* Lave calçadas e veículos com balde sem ficar com mangueira ligada.

* Evite desperdícios.

* Regue plantas em horários sem sol.

* Atenção para vazamentos na rede.

Faça manutenção e avise o Demae pelos telefones 3468-2304 e 3468-1266.

Confira as dicas ao lado.......

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CUIABÁ - Dois novos defensivos agrícolas poderão ser utilizados na agropecuária mato-grossense. Um tem o princípio ativo Propanil + Triclopyr e o outro Acifluorefen Sal de Sódio. Ambos foram devidamente registrados no Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT), obedecendo a regulamentação legal. As informações constam na Portaria 054/2016, publicada no Diário Oficial do Estado no dia 19 deste mês.

A norma contém ainda a atualização de alguns produtos já cadastrados e o cancelamento de outros. São 387 defensivos cancelados, portanto, proibidos para o uso. A Portaria também trata da atualização de cadastros de produtos com a inclusão de culturas. Nesse critério são quatro agroquímicos que podem agir em plantações distintas: de canola (princípio ativo Fluazifope - P – Butílico), cebola, cenoura, melão e tomate (Abamectina); aveia, café, cevada e trigo (Azoxystrobina + Benzovindiflupyr) e para a maçã, o Ethefon.

Onze produtos de diferentes marcas tiveram os cadastros atualizados e uma empresa solicitou a renovação do registro de cadastro. Foram cancelados, mediante solicitação das empresas responsáveis, seis itens registrados pela Volcano Agrociência Indústria e Comércio de Defensivos Agrícolas e dois da Dow Agrosciences Industrial Ltda. No site do Indea (www.indea.mt.gov.br) está disponível a lista com todos os produtos registrados para utilização.

Procedimento

Todos os produtos administrados em áreas de produção mato-grossenses, que já somam 1.189, são primeiramente registrados no Ministério da Agricultura, onde é feito o teste de eficiência agronômica. Nesse estágio, o produto já passou por outras duas fases, a primeira na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para avaliação toxicológica e depois pela área de Meio Ambiente para avaliar a periculosidade ambiental, ou seja, se é tóxica ao meio ambiente. A garantia desse processo dá aval para o registro no Estado, que obrigatoriamente é feito pelo Indea, por meio da Coordenadoria de Defesa Sanitária Vegetal (CDSV).

Sem o registro no Indea, o produto não pode ser utilizado em Mato Grosso. O órgão realiza fiscalizações de rotina para detectar o cumprimento da legislação. “Caso sejam encontrados produtos obsoletos (fora de uso), eles são apreendidos. O detentor do registro é responsável pela retirada desse material junto ao Indea e, consequentemente, pela destinação correta do agrotóxico”, explicou o coordenador de Defesa Sanitária Vegetal do Instituto, Thiago Augusto Tunes. Se for constatado o uso do produto sem o registro ou com a autorização cancelada, cabe multa ao dono da propriedade. (Eliana Bess| Sedec-MT)

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