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ATUALIZADA DIA 01/12/2.016

ÁGUA BOA – As chuvas retornaram. Foram 60 milímetros a noite passada na Fazenda Paraíso dos Areões. Juarez Michel no PA Santa Maria registrou 40 milímetros.

 No Sítio Manguezal foram 33 milímetros. Na região da Fazenda Visão, 60 milímetros. No Bairro Guarujá, 50 milímetros de chuvas, segundo Vilmar Penz. Arlindo Mano Milnikel, registrou apenas 15 milímetros nas últimas 24 horas no PA Jaraguá. No mês de novembro, foram 303mil.

De ontem para hoje, Adelir Uebel registrou 30 milímetros de chuvas no centro da cidade. No mês de novembro, foram totalizados 310 milímetros de precipitações. Na Serrinha, Sebastião e Dejanira Resende registraram 15 milímetros de chuvas a noite passada.

 

 

 

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ÁGUA BOA – O índice pluviométrico do ano aponta que foram registrados até outubro, 862 milímetros de precipitações. No mesmo período do ano passado, janeiro a outubro, foram 1.223 milímetros. Os dados são de Adelir Uebel e referem-se a coleta da chuva no centro da cidade.

O déficit hídrico é de 361 milímetros nos primeiros 10 meses desse ano. Para alcançar a mesma chuva do ano passado, que chegou aos 1.573 milímetros, seriam necessários ainda 711 milímetros em novembro e dezembro.

Em 2.010, o ano com a maior seca, foram apenas 1.483 milímetros de chuvas. De janeiro a outubro, tinham sido 867 milímetros no centro da cidade. Portanto, existe muita semelhança nos índices pluviométricos de 2.010 com 2.016. O ano mais chuvoso das duas últimas décadas, 2.005, registrou 2.409 milímetros. De janeiro a outubro daquele ano, foram 1.325 milímetros.

Nesse mês de novembro, Adelir Uebel registrou 187 milímetros. A chuva é considerada boa para a agricultura, mas não para recompor os mananciais de água.

 

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ÁGUA BOA – As previsões meteorológicas divulgadas em agosto e setembro estão se confirmando. Na época, a previsão indicava chuvas esparsas para setembro e outubro, e primeira quinzena de novembro.

Porém, a partir da segunda quinzena de novembro, as chuvas vão se intensificar. É o que vem ocorrendo neste final de semana. Toda a região foi beneficiada com chuvas que ficaram na média dos 100 milímetros. Na casa de Arthur Seibt no bairro Tropical, foram 100 milímetros neste final de semana.

No bairro Guarujá, foram 80 milímetros. Na Serrinha, Sebastião Resende registrou o acumulado de 47 milímetros no final de semana.

Chuvas

 

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Lagartos têm origem australiana e foram examinados na UFMT (Foto: Divulgação/Ibama-MT)CUIABÁ - Dois lagartos que eram transportados dentro de uma caixa, via Correios, foram apreendidos por fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) na quinta-feira (4), em Cuiabá, após serem detectados pelo aparelho de raio-x. Os animais eram enviados de São Paulo para Rondonopólis, a 218 km da capital.
De acordo com o coordenador de Fiscalização do Ibama em Mato Grosso, Jean Carlos Corrêa Figueira, os animais têm origem na Austrália e foram identificados, após serem examinados na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), como sendo da espécie Pogona vitticeps ('dragão barbudo').
Segundo Jean, os lagartos foram encontrados dentro de uma caixa. "Eles estavam presos dentro de uma meia-calça cortada, em uma caneca de inox, a fim de despistar o equipamento de raio-x", disse.
Conforme o coordenador, os lagartos dessa espécie, apesar de já serem reproduzidos no Brasil, são exóticos e não podem ser soltos no nosso meio ambiente, razão pela qual ainda está sendo avaliado para qual local eles serão enviados.
Os fiscais tentam, agora, identificar os responsáveis pelo envio e recebimento dos animais. Segundo o Ibama, além de pagar uma multa, eles podem responder por transporte ilegal de animais exóticos e maus tratos.

Fonte: G1 MT

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SAO PAULO - Um bloqueio atmosférico gera situação de alerta para os produtores do médio norte do País, que devem ficar sem chuvas significativas até a segunda quinzena de novembro. É o que mostra Celso Oliveira, meteorologista da Somar, com base nas previsões para os próximos dias.

O meteorologista explica que, neste ano, as chuvas começaram bem mais cedo do que o normal - a partir de agosto em São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e em setembro na região do Matopiba (Maranhão, tocantins, Piauíe Bahia). O leste do Pará chegou a receber 165 mm de chuva, o que representa número acima da média de outubro. Chuvas

A situação, portanto, é definida pelo bloqueio atmosférico. Ventos em altitude fazem com que o sistema meteorológico fique preso nos estados do Sul, Argentina e Uruguai.

Enquanto isso, o restante do país enfrentará muito calor, com temperaturas chegando entre 35 e 40 graus em algumas regiões. O bloqueio não deve durar tanto quanto em 2015, uma vez que não há a incidência do El Niño.

(Fonte: MatoGrossoviaradio.com.br)

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ATUALIZADA DIA 26/09 - 

ÁGUA BOA – No final de semana o tempo instável trouxe as primeiras boas chuvas na região do PA Santa Maria. Ontem, foram registrados 26 milímetros de precipitações. A noite passada, no sitio de Juarez Michels, foram mais 11 milímetros, totalizando 37 milímetros de precipitações.

A Estação Meteorológica do Inmet registrou apenas 0,8 milímetro de chuva de ontem para hoje. Em setembro, o Inmet registra cerca de 2 milímetros.

O último mes chuvoso foi março com 295 milímetros. De lá para cá, são quase 6 meses de estiagem. A pequena chuva de abril e de agosto não fez diferença frente à prolongada estiagem.

No centro da cidade, Adelir Uebel registrou apenas 2 milímetros de chuvas neste final de semana.

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ATUALIZADA DIA 30/08

ÁGUA BOA – Nesse período, Uebel registrou chuvas no mês de agosto, somente em 3 anos. Em 2.001, foram registrados 20 milímetros. Em 2.009 foram 21 milímetros naquele agosto. confirmou o registro de 3 milímetros de chuvas no centro da cidade no dia de ontem, segunda-feira 29/08. O colaborador registra os índices pluviométricos no centro da cidade desde 1.997.

E no ano passado, 2015, foram dois milímetros de chuvas em agosto.

Nessa temporada de chuvas que começou em agosto, Uebel já contabiliza 20 milímetros de chuvas. Foram 4 milímetros no dia 16 de agosto, 13 milímetros no dia 25 de agosto e ontem, outros 3 milímetros no centro da cidade.

Já a Estação Meteorológica do Inmet registrou nesse mês de agosto, 13,4 milímetros de chuvas. 

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ATUALIZADA 26/08

ÁGUA BOA – Voltou a chover a noite passada (25/08) em nossa cidade. As chuvas fracas começaram ontem no começo da noite. Hoje cedo, também choveu.

No centro da cidade, foram registrados 13 milímetros pelo colaborador Adelir Uebel.

Já a Estação Meteorológica do Inmet no Rancho 17, registrou 9 milímetros de chuvas a noite passada.

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ATUALIZADA DIA 21/08 - 

CUIABÁ - Uma intensa onda de frio, segundo os dois principais institutos de meteorologia do país – Climatempo e INPE – promete ser de espantar a população de Cuiabáa e de Mato Grosso, com temperaturas abaixo dos 10º e sensações térmicas bem baixas.

Segundo os institutos Climatempo e INPE, a temperatura no domingo deve ficar entre 26º a máxima e 18º, com a sensação térmica caindo para 15º. O domingo da cidade de Chapada dos Guimarães será ainda mais frio, com a mínima devendo ficar em torno dos 11º. No Araguaia, as temperaturas ficarão mais amenas, na casa dos 18 graus.

Mas o frio intenso será registrado mesmo na segunda-feira e terça-feira. Dizem os institutos que será a pior onda de frio dos últimos 30 anos em Mato Grosso. Segundo o Climatempo a temperatura na segunda-feira deve assustar o cuiabano. A máxima está prevista em 22º com a mínima chegando aos 10º e uma sensação térmica de 8º. O instituto avisa que será preciso se abrigar bem para sair para trabalhar e ainda mais as crianças que vão para a escola. Em Chapada dos Guimarães, o INPE prevê que a temperatura mínima deverá ser de 4º com intensa névoa. Será preciso ter cuidado ao dirigir, pois a visibilidade será mínima.

No Araguaia, as temperaturas ficarão ana casa dos 18 graus, com a possibilidade de chuvas isoladas. Um clima estranho para agosto.

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ÁGUA BOA – Depois de 132 dias de estiagem, a cidade de Água Boa foi contemplada com as primeiras chuvas dessa temporada a noite passada. Primeiro, veio um temporal de areia que deixou a cidade cheia d

Somente depois é que a chuva fina caiu, acumulando apenas 4 milímetros na estação meteorológica do Inmet, no Rancho 17. A última chuva tinha sido registrada no dia 04 de abril desse ano.e sujeira. 

Na Serrinha, interior de Água Boa, Dejanira e Sebastião Resende registraram 10 milímetros de chuvas a noite passada. NO centro da cidade, Adelir Uebel registrou apenas 2 milímetros.

Gaúcha do Norte registrou apenas 0,4 milímetros. Aqui na região, também foram registradas chuvas em Nova Nazaré e Querência. 

No centro de Canarana foram registrados 7 milímetros por Dirceu Luis Egewarth.

 

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QUERÊNCIA - Um grupo de cientistas faz estudos aprofundados em Mato Grosso. Nesse trabalho pioneiro no Brasil os pesquisadores pretendem buscar informações como o impacto das queimadas na floresta e o comportamento do fogo no meio da mata. As labaredas provocam mudanças físicas e químicas nas árvores. O biólogo Paulo Brando coordena um projeto que há 12 anos estuda as queimadas e seus efeitos para a natureza. O trabalho é realizado por cientistas do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia – Ipam, uma organização não governamental.

Os estudos ocorrem na Fazenda Tanguro, em Querência, no Mato Grosso, e, muitas vezes, se baseiam em colocar fogo na mata, um método que, à primeira vista, pode parecer estranho. “Pra gente saber o que está sendo perdido a gente precisa queimar e saber quais são os impactos desse fogo”, diz Brando. As queimadas só são feitas com autorização dos órgãos ambientais e seguem metodologia científica. Antes do fogo, os pesquisadores fazem o mapeamento da área. Eles avaliam quantidade e porte das árvores e registram características de galhos, folhas.

O mapeamento conta com equipamentos sofisticados. Um deles gera imagens da área e está sendo usado pela primeira vez no Brasil com ajuda de um cientista ambiental da África do Sul, que colabora com o projeto. Esse tipo de mapeamento, ultra preciso, também é realizado na mesma área depois da queimada. Na hora da queimada, o comportamento das chamas como comprimento, velocidade, altura, é informação fundamental. Depois de 24 horas, a área queimada fica coberta de cinzas. Uma árvore ficou destruída, mas não caiu porque foi segura pelos galhos de outra árvore.

O biólogo ressalta que um dos maiores impactos das queimadas é a redução da biodiversidade. Na Amazônia, a flora e a fauna são riquíssimas. Cada hectare de floresta abriga milhares de espécies diferentes. A fumaça e a emissão de gases são grande preocupação dos cientistas. Queimar a floresta significa contribuir pro aquecimento global. As pesquisas na fazenda Tanguro mostram que as matas atingidas pelo fogo continuam agonizando por muito tempo.

A agonia da mata gera o que os cientistas chamam de ‘savanização’. Nos anos seguintes à queimada, a floresta fica mais aberta e mais seca. Aos poucos, ela vai sendo invadida por espécies de fora como o andropógon, um capim de origem africana muito usado nas fazendas da região. (G1)

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