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SAO PAULO - Um bloqueio atmosférico gera situação de alerta para os produtores do médio norte do País, que devem ficar sem chuvas significativas até a segunda quinzena de novembro. É o que mostra Celso Oliveira, meteorologista da Somar, com base nas previsões para os próximos dias.

O meteorologista explica que, neste ano, as chuvas começaram bem mais cedo do que o normal - a partir de agosto em São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e em setembro na região do Matopiba (Maranhão, tocantins, Piauíe Bahia). O leste do Pará chegou a receber 165 mm de chuva, o que representa número acima da média de outubro. Chuvas

A situação, portanto, é definida pelo bloqueio atmosférico. Ventos em altitude fazem com que o sistema meteorológico fique preso nos estados do Sul, Argentina e Uruguai.

Enquanto isso, o restante do país enfrentará muito calor, com temperaturas chegando entre 35 e 40 graus em algumas regiões. O bloqueio não deve durar tanto quanto em 2015, uma vez que não há a incidência do El Niño.

(Fonte: MatoGrossoviaradio.com.br)

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ATUALIZADA DIA 26/09 - 

ÁGUA BOA – No final de semana o tempo instável trouxe as primeiras boas chuvas na região do PA Santa Maria. Ontem, foram registrados 26 milímetros de precipitações. A noite passada, no sitio de Juarez Michels, foram mais 11 milímetros, totalizando 37 milímetros de precipitações.

A Estação Meteorológica do Inmet registrou apenas 0,8 milímetro de chuva de ontem para hoje. Em setembro, o Inmet registra cerca de 2 milímetros.

O último mes chuvoso foi março com 295 milímetros. De lá para cá, são quase 6 meses de estiagem. A pequena chuva de abril e de agosto não fez diferença frente à prolongada estiagem.

No centro da cidade, Adelir Uebel registrou apenas 2 milímetros de chuvas neste final de semana.

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ATUALIZADA DIA 30/08

ÁGUA BOA – Nesse período, Uebel registrou chuvas no mês de agosto, somente em 3 anos. Em 2.001, foram registrados 20 milímetros. Em 2.009 foram 21 milímetros naquele agosto. confirmou o registro de 3 milímetros de chuvas no centro da cidade no dia de ontem, segunda-feira 29/08. O colaborador registra os índices pluviométricos no centro da cidade desde 1.997.

E no ano passado, 2015, foram dois milímetros de chuvas em agosto.

Nessa temporada de chuvas que começou em agosto, Uebel já contabiliza 20 milímetros de chuvas. Foram 4 milímetros no dia 16 de agosto, 13 milímetros no dia 25 de agosto e ontem, outros 3 milímetros no centro da cidade.

Já a Estação Meteorológica do Inmet registrou nesse mês de agosto, 13,4 milímetros de chuvas. 

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ATUALIZADA 26/08

ÁGUA BOA – Voltou a chover a noite passada (25/08) em nossa cidade. As chuvas fracas começaram ontem no começo da noite. Hoje cedo, também choveu.

No centro da cidade, foram registrados 13 milímetros pelo colaborador Adelir Uebel.

Já a Estação Meteorológica do Inmet no Rancho 17, registrou 9 milímetros de chuvas a noite passada.

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ATUALIZADA DIA 21/08 - 

CUIABÁ - Uma intensa onda de frio, segundo os dois principais institutos de meteorologia do país – Climatempo e INPE – promete ser de espantar a população de Cuiabáa e de Mato Grosso, com temperaturas abaixo dos 10º e sensações térmicas bem baixas.

Segundo os institutos Climatempo e INPE, a temperatura no domingo deve ficar entre 26º a máxima e 18º, com a sensação térmica caindo para 15º. O domingo da cidade de Chapada dos Guimarães será ainda mais frio, com a mínima devendo ficar em torno dos 11º. No Araguaia, as temperaturas ficarão mais amenas, na casa dos 18 graus.

Mas o frio intenso será registrado mesmo na segunda-feira e terça-feira. Dizem os institutos que será a pior onda de frio dos últimos 30 anos em Mato Grosso. Segundo o Climatempo a temperatura na segunda-feira deve assustar o cuiabano. A máxima está prevista em 22º com a mínima chegando aos 10º e uma sensação térmica de 8º. O instituto avisa que será preciso se abrigar bem para sair para trabalhar e ainda mais as crianças que vão para a escola. Em Chapada dos Guimarães, o INPE prevê que a temperatura mínima deverá ser de 4º com intensa névoa. Será preciso ter cuidado ao dirigir, pois a visibilidade será mínima.

No Araguaia, as temperaturas ficarão ana casa dos 18 graus, com a possibilidade de chuvas isoladas. Um clima estranho para agosto.

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ÁGUA BOA – Depois de 132 dias de estiagem, a cidade de Água Boa foi contemplada com as primeiras chuvas dessa temporada a noite passada. Primeiro, veio um temporal de areia que deixou a cidade cheia d

Somente depois é que a chuva fina caiu, acumulando apenas 4 milímetros na estação meteorológica do Inmet, no Rancho 17. A última chuva tinha sido registrada no dia 04 de abril desse ano.e sujeira. 

Na Serrinha, interior de Água Boa, Dejanira e Sebastião Resende registraram 10 milímetros de chuvas a noite passada. NO centro da cidade, Adelir Uebel registrou apenas 2 milímetros.

Gaúcha do Norte registrou apenas 0,4 milímetros. Aqui na região, também foram registradas chuvas em Nova Nazaré e Querência. 

No centro de Canarana foram registrados 7 milímetros por Dirceu Luis Egewarth.

 

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QUERÊNCIA - Um grupo de cientistas faz estudos aprofundados em Mato Grosso. Nesse trabalho pioneiro no Brasil os pesquisadores pretendem buscar informações como o impacto das queimadas na floresta e o comportamento do fogo no meio da mata. As labaredas provocam mudanças físicas e químicas nas árvores. O biólogo Paulo Brando coordena um projeto que há 12 anos estuda as queimadas e seus efeitos para a natureza. O trabalho é realizado por cientistas do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia – Ipam, uma organização não governamental.

Os estudos ocorrem na Fazenda Tanguro, em Querência, no Mato Grosso, e, muitas vezes, se baseiam em colocar fogo na mata, um método que, à primeira vista, pode parecer estranho. “Pra gente saber o que está sendo perdido a gente precisa queimar e saber quais são os impactos desse fogo”, diz Brando. As queimadas só são feitas com autorização dos órgãos ambientais e seguem metodologia científica. Antes do fogo, os pesquisadores fazem o mapeamento da área. Eles avaliam quantidade e porte das árvores e registram características de galhos, folhas.

O mapeamento conta com equipamentos sofisticados. Um deles gera imagens da área e está sendo usado pela primeira vez no Brasil com ajuda de um cientista ambiental da África do Sul, que colabora com o projeto. Esse tipo de mapeamento, ultra preciso, também é realizado na mesma área depois da queimada. Na hora da queimada, o comportamento das chamas como comprimento, velocidade, altura, é informação fundamental. Depois de 24 horas, a área queimada fica coberta de cinzas. Uma árvore ficou destruída, mas não caiu porque foi segura pelos galhos de outra árvore.

O biólogo ressalta que um dos maiores impactos das queimadas é a redução da biodiversidade. Na Amazônia, a flora e a fauna são riquíssimas. Cada hectare de floresta abriga milhares de espécies diferentes. A fumaça e a emissão de gases são grande preocupação dos cientistas. Queimar a floresta significa contribuir pro aquecimento global. As pesquisas na fazenda Tanguro mostram que as matas atingidas pelo fogo continuam agonizando por muito tempo.

A agonia da mata gera o que os cientistas chamam de ‘savanização’. Nos anos seguintes à queimada, a floresta fica mais aberta e mais seca. Aos poucos, ela vai sendo invadida por espécies de fora como o andropógon, um capim de origem africana muito usado nas fazendas da região. (G1)

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ÁGUA BOA – A cobrança de taxas para licenciamento ambiental de alguns estabelecimentos comerciais está deixando os empresários revoltados. Nossa reportagem manteve contato com proprietários de farmácias e de oficinas mecânicas de Querência e de Água Boa.

As taxas para licenciamento ambiental e demais adequações para farmácias variam de R$ 2.500,00 até quase R$ 5 mil. Já as oficinas mecânicas para veículos leves terão que promover investimentos que chegam quase aos R$ 15 mil. Diante de um quadro econômico de recessão, este licenciamento ambiental exigido agora está deixando inconformados os empresários da cidade. 

Eles esperam uma solução para o caso, pois consideram abusivos esses valores. Alguns microempresários disseram que não tem os recursos financeiros para tamanho investimento. Eles entendem que o governo está elaborando estratégias só para arrancar mais dinheiro das empresas.

“Se pagarmos as taxas não há poluição do ambiente. Mas não pagarmos, a poluição ocorre do mesmo jeito”, disseram os empresários. Alguns empresários estão pensando em se unir e entrar com recurso na justiça contra a cobrança abusiva. Está faltando união dos empresários nesse sentido", disse umempresário.

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ÁGUA BOA – Alguns moradores da Serrinha realizaram há poucos dias, mutirão de recuperação da nascente de água que abastece o povoado. Os serviços foram no sentido de limpar e canalizar corretamente a mina d’água, aumentando assim, a captação de água. Mesmo assim, os administradores do sistema de água pedem que a população da Serrinha economize água enquanto a estiagem perdurar. A informação foi repassada por Sebastião Resende.

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Foto: Didi-CocalinhoCOCALINHO – Um incêndio florestal atingiu ontem dezenas de propriedades rurais no Assentamento Brejinho-Buritis no município de Cocalinho. Segundo moradores, o fogo se alastrou rapidamente por causa da prolongada estiagem.

Voluntários, homens e máquinas da prefeitura e assentados participaram do combate às chamas. Após algumas horas de trabalho, eles conseguiram debelar as chamas.

O incêndio foi registrado a apenas 5 quilômetros da cidade de Cocalinho, que foi tomada pela fumaça da queimada.

Ninguém sabe informar a origem do fogo.

 

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