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CAMPINÁPOPLIS - Após cinco dias de operação em combate a pesca depredatória e à caça ilegal ao longo dos Rios Culuene e Couto Magalhães, localizados entre os municípios de Gaúcha do Norte, Canarana e Campinápolis, a equipe de fiscalização da regional da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) de Barra do Garças apreendeu 29,8kg de pescado irregular. A ação foi realizada em parceria com a Polícia Militar do município de Cocalinho.
De acordo com o diretor da unidade, Heverton Almeida Oliveira, as espécies apreendidas eram de pintado, barbado, bico de pato e estavam em desacordo com as medidas mínimas que constam na carteira de pesca do estado, que estabelece 80 cm como parâmetro. Além disso, o pescador não portava licença de pesca profissional. Os peixes foram doados para o Asilo Lar da Providência.
Também foram apreendidos durante a ação: dez galões, 160 pindas (anzol feito de galho), uma rede, uma tarrafa, motor de popa com 15 HP de potência, um barco, um tanque de combustível, dois rolos de fio de nylon de 300 m², um espinhel de 300 m² com 50 anzóis. A operação resultou em quatro termos de apreensão e dois autos de inspeção.
Oliveira explica que nos próximos dias serão lavrados dois autos de infração que indicarão o valor da multa baseada no Decreto n° 6514, de 22 de julho de 2008, que estabelece punição de R$ 700 a R$ 100 mil para este tipo de pesca irregular.

Regras para pesca
Embora esteja fora do período de defeso da piracema, os pescadores profissionais e amadores precisam seguir algumas regras determinadas pela Lei Estadual nº 9.096/2009. Ela estabelece a proibição para uso de apetrechos de pesca como: tarrafa, rede, espinhel, cercado, covo, pari, fisga, gancho, garateia pelo processo de lambada, substâncias explosivas ou tóxicas, equipamento sonoro, elétrico ou luminoso.
As medidas mínimas dos peixes constam na carteira de pesca do Estado e algumas delas são: piraputanga (30 cm), curimbatá e piavuçu (38 cm), pacu (45 cm), barbado (60 cm), cachara (80 cm), pintado (85 cm) e jaú (95 cm).

Denúncias
A pesca depredatória e outros crimes ambientais podem ser denunciadas por meio da Ouvidoria Setorial da Sema: 0800-65-3838; no site da Sema, por meio de formulário; ou ainda nas unidades regionais do órgão ambiental. (Fernanda Nazário | Sema-MT )

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A crescente matança de milhares de colônias de abelhas em várias regiões do Brasil e do mundo, atribuída à pulverização de agrotóxicos cada vez mais potentes, acendeu o alerta de especialistas sobre uma possível crise em toda a cadeia alimentar. A bióloga e professora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) Generosa Sousa Ribeiro estima que pelo menos 15 mil colmeias tenham sido extintas nos últimos cinco anos.

A dimensão desse extermínio é catastrófica, podendo ultrapassar 1 trilhão de insetos no país. Os casos, que se multiplicam em São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, têm levado agricultores a alugarem enxames ou optarem pela polinização manual, enquanto nos Estados Unidos cientistas da Universidade de Harvard tentam desenvolver uma abelha-robô.

Uma das perdas mais recentes foi a do apicultor Wanderley Fardin, em Porto Ferreira, no interior de São Paulo. No mês passado, ele teve um prejuízo de mais de 10 milhões de abelhas, o equivalente a R$ 200 mil, investidos durante um trabalho de 30 anos. As 136 colmeias ficam ao lado de um canavial, e, em entrevista a uma rede de TV local, ele disse acreditar que as mortes foram causadas depois que agrotóxicos foram despejados de um avião para matar os insetos que afetam a plantação de cana. Notificações como essa têm aparecido toda semana, diz Generosa.

Uma petição de origem canadense tem rodado o mundo reunindo assinaturas à favor do banimento de pesticidas em defesa das abelhas. O principal alvo é o imidacloprido, “um químico terrível que é usado em boa parte das frutas e dos vegetais”, diz o texto. Um dos apoiadores é o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau. O objetivo é reunir 4,5 milhões de assinaturas, e, até o fechamento desta matéria, cerca de 4,4 de pessoas milhões já haviam aderido à petição (acesse-a clicando AQUI).

Como medida preventiva, em 2012, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) proibiu, provisoriamente, a aplicação por aviões de agrotóxicos à base de imidacloprido. E, no mesmo ano, deu início ao processo de reavaliação de quatro agrotóxicos com efeitos nocivos às abelhas: imidacloprido, tiametoxam, clotianidina e fipronil. Em 2010, dados do Ibama mostravam que as empresas comercializaram 1.934 toneladas de imidacloprido, representando cerca de 60% do total referente aos quatro ingredientes.

Silenciosamente, aquele zum-zum-zum característico e tão importante a toda cadeia alimentar vai calando-se e a redução das abelhas pode afetar também a produção de comida. A atuação delas resulta em 1/3 da produção de alimentos e interfere em 35% das colheitas em todo o planeta.

Membro do Fórum Nacional de Combate aos Agrotóxicos e da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida, o ativista ambientalista Cleber Folgado conta que, no Brasil, o tema é discutido em uma campanha nacional. “Uma das bandeiras de luta é o fim da pulverização aérea. Cerca de 70% não atinge o alvo, contaminando mananciais de água, terra, animais e, dentre eles, as abelhas”, afirma.

Segundo a assessoria de imprensa do Projeto Colmeia Viva, idealizado pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Vegetal (Sindiveg), está sendo feito um levantamento de dados sobre a mortalidade de abelhas em São Paulo. Os indícios até agora (em dez casos) apontam para o uso incorreto de defensivos agrícolas. O mapeamento, em parceria com universidades, possui um canal de atendimento exclusivo para agricultores e apicultores, pelo número 0800 771 8000. “A pesquisa dará origem a um plano de ação nacional voltado às boas práticas de aplicação dos defensivos agrícolas para uma relação mais produtiva entre apicultura e agricultura”, diz a nota.

Análise. Hoje, da forma como é feita a produção agrícola no Brasil, existe uma dependência do uso de agrotóxico para produção em larga escala. A lógica de mercado do agronegócio praticamente não permite aos produtores outra forma de cultivo.

O doutorando em saúde coletiva pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Pedro Abreu é categórico ao afirmar que não existe forma segura de utilizar os agrotóxicos. Segundo ele, pesquisas já mostraram que resíduos de químicos foram encontrados no leite materno e que doenças como câncer são mais comuns no meio rural onde esses produtos são usados. Além das abelhas, os agrotóxicos têm levado a malformações em sapos e infertilidade em outros animais aquáticos.

Para o especialista, o maior desafio é abandonar o modelo de produção imposto pelo agronegócio e fomentar outras formas de consumo, como o de pequenos produtores. Um dos maiores exemplos desse modelo é Cuba: “Hoje, mais de 50% dos pequenos produtores (de lá) são totalmente agroecológicos”.

Concentração

Produção.A Anvisa realiza o monitoramento dos níveis de resíduos de diversos defensivos agrícolas. No relatório de 2009, os que apresentaram as maiores irregularidades foram: pimentão, morango, uva, cenoura, alface, tomate, mamão e laranja.

Químicos

Cerco se fecha para empresas produtoras

Além da cobrança de atitude dos governos, as empresas produtoras de defensivos agrícolas são as mais atacadas nas principais petições na internet. No ano passado, por causa disso, os Estados Unidos abriram uma consulta formal sobre pesticidas, e a União Europeia suspendeu o uso dos produtos por dois anos. Entretanto, de acordo com os documentos, as empresas estão fazendo lobby para mantê-los no mercado.

No Brasil, Bayer e Monsanto são as mais citadas. Por meio de nota, a Bayer informou que “se preocupa com a saúde das abelhas” e que a redução dos insetos não pode ser atribuída a uma única causa. “Se aplicados de acordo com as instruções da embalagem, o uso dos produtos não as prejudica”, diz o material. Por telefone, a assessoria de imprensa da Monsanto preferiu não se posicionar sobre a petição, pois disse que o único agroquímico produzido pela empresa é o herbicida glifosato. (LM)

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 ATUALIZADA DIA 02/03

Fonte: Adelir Uebel ÁGUA BOA – No mês de fevereiro, Sebastião e Dejanira Resende registraram 530 milímetros de chuvas na Serrinha. Em janeiro, o acumulado foi de 186 milímetros. No primeiro bimestre, o total chega aos 716 milímetros de precipitações na Serrinha.

No centro da cidade, Adelir Uebel registrou em fevereiro, o acumulado de 334 milímetros no centro. Somados aos 192 milímetros de janeiro, o acumulado do primeiro bimestre alcança 526 milímetros de precipitações.

Nesta temporada de chuvas que começou em agosto, segundo Adelir, o total acumulado é de 1.257 milímetros no centro da cidade.

Já a Estação Meteorológica do Inmet registrou em fevereiro, 251,6 milímetros de precipitações. Com os 145mm de janeiro, o bimestre acumula 396,6 milímetros pelo Inmet.

 

 

 

 

 

 

 

 

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ATUALIZADA DIA 27/02 - 

ÁGUA BOA – As chuvas no primeiro bimestre de 2.017 são consideradas boas.

Em janeiro, a Estação Meteorológica do Inmet no Rancho 17 registrou 145 milímetros. Até agora, em fevereiro, são mais 252 milímetros.

No primeiro bimestre, o acumulado total alcança 397 milímetros de precipitações.

 

 

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 ATUALIZADA DIA 13/02 - 

ÁGUA BOA – As chuvas foram abrangentes em toda a região no final de semana. Arlindo Mano Milnikel registrou 165 neste domingo mais 34 na madrugada de hoje no PA Jaraguá.

No PA Santa Maria foram 72 milímetros neste domingo. Adelir Uebel informa a ocorrência de 138 de sábado para domingo e outros 14 milímetros a noite passada, totalizando 152 milímetros no final de semana no centro da cidade.

Nesta temporada de chuvas, Adelir registra cerca de 1.100 milímetros. A Estação Meteorológica do Inmet no Rancho 17 ao lado da cidade acusou 160 milímetros neste final de semana. Em fevereiro, já são 180 milímetros contabilizados pelo Inmet.

Em janeiro tinham sido 145 milímetros de precipitações. Na região da Serrinha, Sebastião Resende registrou 45 milímetros neste domingo, e continuava chovendo agora pela manhã. 

 

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ÁGUA BOA – O mês de janeiro fechou com 145 milímetros de chuvas na Estação Meteorológica do Inmet, localizada no Rancho 17, ao lado da cidade. As chuvas foram 68% abaixo do acumulado em janeiro do ano passado.

Em janeiro de 2.016, o Inmet tinha registrado 450 milímetros. A média de chuvas para janeiro sempre ficava na faixa dos 300 milímetros. Sebastião Resende registrou ontem outros 10 milímetros de chuvas na Serrinha.

Em janeiro, o acumulado alcançou 236 milímetros de precipitações na Serrinha. Arlindo ‘Mano’ Milnikel registrou no PA Jaraguá, 320 milímetros agora em janeiro. Adelir Uebel registrou 192 milímetros de chuva no mês de janeiro, no centro da cidade. 

 

 

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QUERÊNCIA - As chuvas em Querência são consideradas boas neste começo de ano. A Estação Meteorológica do Inmet localizada naquela cidade registrou o acumulado de 310 milímetros no mês de janeiro deste ano.

Já em fevereiro, o acumulado chegou aos 235 milímetros. Na somatória do bimestre, o total alcança 545 milímetros. (Inácio Roberto)

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Foto: FacebookNOVA XAVANTINA - As fortes chuvas registradas nas últimas semanas elevaram bastante o nível dos rios da região. Na foto ao lado é possível ver o quão alto está o nível das águas do Rio das Mortes (Rio Manso), que praticamente cobriu toda a Praia do Sol, no município de Nova Xavantina. A Praia do Chiquito, no mesmo município, também foi tomada pelas águas, que já chegaram até a região dos quiosques.
O rio das Mortes, também conhecido como rio Manso, é um curso de água que banha o estado de Mato Grosso. Encontra-se na bacia Araguaia-Tocantins tendo extensão total de 1.200 quilômetros, desaguando no rio Araguaia. É um dos grandes atrativos para o ecoturismo da região.
Em Aragarças, município goiano, o Rio Araguaia também já tomou conta das praias (Quarto Crescente, Praia do Cipó) e apresenta um nível bem elevado, porém normal para a forte temporada de chuvas quase que ininterruptas que acontecem nesta época do ano. O rio Araguaia nasce no município de Mineiros no sudoeste do estado de Goiás e forma a divisa natural entre Goiás, Mato Grosso, Tocantins e Pará.
O Rio Garças, que desagua no Rio Araguaia e divide os estados de Mato Grosso e Goiás também recebeu um grande volume de água, que já começa a invadir a região do Porto do Baé, famoso ponto turístico da cidade de Barra do Garças.
O grande volume das águas no rios da região tem chamado atenção e vem sendo destaque nas redes sociais nos últimos dias.

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CANARANA - O Batalhão Ambiental recebeu uma denúncia que uma pessoa estaria em posse de um filhote de Anta em uma fazenda no município de Canarana. Sd Gomes segura o filhote de Anta

Diante desse informação os polícias ambientais retornaram de Barra do Garças para averiguar essa denúncia. Com o apoio do Grupo CAR do 13º Comando Regional da Polícia Militasr, eles se deslocaram até a fazenda para confirmar a denúncia.

O Filhote filhote de anta estava em posse de um rapaz. O suspeito disse aos militares que o filhote estava sozinho no meio da lavoura de soja, magro e desnutrido. Com pena do animal, o rapaz disse aos policiais que pegou o filhote e o levou para sua casa para poder alimentá-lo. O rapaz afirmou ainda que assim que ficasse mais forte, iria soltá-lo na natureza.

O animal e o suspeito foram encaminhados para Canarana e lá feito o boletim de ocorrência. Trata-se de de um crime ambiental, criar animais silvestres sem autorização dos órgãos competentes. O filhotinho de anta se juntou ao filhote de onça pintada resgatada em querência.

Ambos foram levados para a cidade de Cuiabá e encaminhados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres, em anexo ao Batalhão de Polícia Ambiental de Mato Grosso.

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