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Foto: FacebookNOVA XAVANTINA - As fortes chuvas registradas nas últimas semanas elevaram bastante o nível dos rios da região. Na foto ao lado é possível ver o quão alto está o nível das águas do Rio das Mortes (Rio Manso), que praticamente cobriu toda a Praia do Sol, no município de Nova Xavantina. A Praia do Chiquito, no mesmo município, também foi tomada pelas águas, que já chegaram até a região dos quiosques.
O rio das Mortes, também conhecido como rio Manso, é um curso de água que banha o estado de Mato Grosso. Encontra-se na bacia Araguaia-Tocantins tendo extensão total de 1.200 quilômetros, desaguando no rio Araguaia. É um dos grandes atrativos para o ecoturismo da região.
Em Aragarças, município goiano, o Rio Araguaia também já tomou conta das praias (Quarto Crescente, Praia do Cipó) e apresenta um nível bem elevado, porém normal para a forte temporada de chuvas quase que ininterruptas que acontecem nesta época do ano. O rio Araguaia nasce no município de Mineiros no sudoeste do estado de Goiás e forma a divisa natural entre Goiás, Mato Grosso, Tocantins e Pará.
O Rio Garças, que desagua no Rio Araguaia e divide os estados de Mato Grosso e Goiás também recebeu um grande volume de água, que já começa a invadir a região do Porto do Baé, famoso ponto turístico da cidade de Barra do Garças.
O grande volume das águas no rios da região tem chamado atenção e vem sendo destaque nas redes sociais nos últimos dias.

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 ATUALIZADA DIA 13/02 - 

ÁGUA BOA – As chuvas foram abrangentes em toda a região no final de semana. Arlindo Mano Milnikel registrou 165 neste domingo mais 34 na madrugada de hoje no PA Jaraguá.

No PA Santa Maria foram 72 milímetros neste domingo. Adelir Uebel informa a ocorrência de 138 de sábado para domingo e outros 14 milímetros a noite passada, totalizando 152 milímetros no final de semana no centro da cidade.

Nesta temporada de chuvas, Adelir registra cerca de 1.100 milímetros. A Estação Meteorológica do Inmet no Rancho 17 ao lado da cidade acusou 160 milímetros neste final de semana. Em fevereiro, já são 180 milímetros contabilizados pelo Inmet.

Em janeiro tinham sido 145 milímetros de precipitações. Na região da Serrinha, Sebastião Resende registrou 45 milímetros neste domingo, e continuava chovendo agora pela manhã. 

 

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ÁGUA BOA – O mês de janeiro fechou com 145 milímetros de chuvas na Estação Meteorológica do Inmet, localizada no Rancho 17, ao lado da cidade. As chuvas foram 68% abaixo do acumulado em janeiro do ano passado.

Em janeiro de 2.016, o Inmet tinha registrado 450 milímetros. A média de chuvas para janeiro sempre ficava na faixa dos 300 milímetros. Sebastião Resende registrou ontem outros 10 milímetros de chuvas na Serrinha.

Em janeiro, o acumulado alcançou 236 milímetros de precipitações na Serrinha. Arlindo ‘Mano’ Milnikel registrou no PA Jaraguá, 320 milímetros agora em janeiro. Adelir Uebel registrou 192 milímetros de chuva no mês de janeiro, no centro da cidade. 

 

 

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CANARANA - O Batalhão Ambiental recebeu uma denúncia que uma pessoa estaria em posse de um filhote de Anta em uma fazenda no município de Canarana. Sd Gomes segura o filhote de Anta

Diante desse informação os polícias ambientais retornaram de Barra do Garças para averiguar essa denúncia. Com o apoio do Grupo CAR do 13º Comando Regional da Polícia Militasr, eles se deslocaram até a fazenda para confirmar a denúncia.

O Filhote filhote de anta estava em posse de um rapaz. O suspeito disse aos militares que o filhote estava sozinho no meio da lavoura de soja, magro e desnutrido. Com pena do animal, o rapaz disse aos policiais que pegou o filhote e o levou para sua casa para poder alimentá-lo. O rapaz afirmou ainda que assim que ficasse mais forte, iria soltá-lo na natureza.

O animal e o suspeito foram encaminhados para Canarana e lá feito o boletim de ocorrência. Trata-se de de um crime ambiental, criar animais silvestres sem autorização dos órgãos competentes. O filhotinho de anta se juntou ao filhote de onça pintada resgatada em querência.

Ambos foram levados para a cidade de Cuiabá e encaminhados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres, em anexo ao Batalhão de Polícia Ambiental de Mato Grosso.

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 QUERÊNCIA - O animal logo ganhou fama por toda a cidade. A curiosidade em ver o filhote de onça pintada para as crianças foi uma atração à parte. Segundo o Comandante da Polícia Militar de Querência, Capitão Morais, o animal chegou trazido por uma pessoa que disse ter encontrado o bicho. De imediato outro oficial, o Tenente André fez o contato com o comando do Batalhão Ambiental da PM sediado em Cuiabá.

Nesta quarta-feira (01/02), o animal foi levado para a capital do estado onde vai passar por uma triagem e fazer todos os exames necessários. Em seguida o pequeno felino passa por um treinamento de readaptação para ser devolvido à natureza. Segundo o Sargento De Paula que também é biólogo e com larga experiência em felinos, o animal foi levado direto para o hospital veterinário.

Com esse já são três resgatados no estado, segundo De Paula. São vários os fatores que levam ao aparecimento dessa espécie de animal entre elas, desmatamentos, queimadas, abatimento da mãe ou ainda o abandono pela mãe. A região de Querência é uma área entre Cerrado e Amazônia, e segundo o militar, é raro o aparecimento desse animal.

O batalhão ambiental em convênios com a Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT e uma instituição particular vão tomar todos os cuidados e procedimentos necessários para o bem estar do animal. Após esse período que deve durar em média 40 dias, o bicho começa um treinamento de readaptação ao habitat natural com alimentação viva para despertar o extinto selvagem.

Sargento De Paula diz ainda que a legislação obriga devolver o animal no local de origem dele. Em aproximadamente 9 meses o filhote deve ser devolvido para a região de Querência. O Batalhão de Proteção Ambiental da Polícia Militar de Mato Grosso é o responsável pela fauna do estado junto com a Secretaria de Meio Ambiente – SEMA. (Renato Borges)

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 QUERÊNCIA – O Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental "Médio Araguaia" – CODEMA apresentou na manhã desta terça-feira (31), o novo Secretário Executivo do consórcio. 

Trata-se de Deiwis Schindler que ocupava o cargo de secretário adjunto da Secretária de Agricultura e Meio Ambiente de Querência. Deiwis é Engenheiro Florestal e Segurança do Trabalho.

Deiwis SchindlerAntes de atuar na prefeitura já tinha ocupado cargos públicos e trabalhado em empresas da região, além de ter sido gerente do Sindicato Rural de Querência e da Aprosoja.

O novo secretário executivo foi indicado pelo Presidente do Codema Prefeito Fernando Gorgen e aprovado pelos 9 prefeitos que compõe o consórcio. Deiwis diz que a expectativa é grande em relação ao trabalho a ser feito. Atualmente existem mais de 150 empresas que precisam de licenciamento ambiental, o que pode ser viabilizado pelo Codema. (Renato Borges)

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CUIABÁ - O Conselho Estadual da Pesca (Cepesca) informa que o período de defeso da piracema termina nesta terça-feira (31.01) nos rios que compõem as três bacias hidrográficas de Mato Grosso (Paraguai, Amazônica e Araguaia-Tocantins), incluindo as margens que compreendem os rios que ficam na divisa com os outros estados.

Até o ano de 2015, o período de defeso ocorria entre novembro e fevereiro. Mas estudos realizados pelas instituições que compõem o Cepesca, em atendimento à Notificação Recomendatória do Ministério Público Estadual (MPE) nº 01/2015, apontaram a necessidade de mudança em razão do comportamento reprodutivo dos peixes.

O balanço parcial realizado pela Superintendência de Fiscalização da Sema e pela Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) mostra que, de 1º de outubro de 2016 a 20 de janeiro deste ano, foram apreendidas 7 toneladas de pescado irregular. O volume é 160% maior que o mesmo período de 2015/2016, que teve 2,6 toneladas de peixe apreendido. O total de multas aplicado pelas entidades já ultrapassa R$ 563 mil.

Das 7 toneladas de pescado apreendidas, 1.632 kg foram capturados pela equipe de fiscalização da Sema e 5.448 kg pelo batalhão. Nesse período, foram abordadas e orientadas 15.590 pessoas, vistoriados 2.314 veículos e 38 embarcações, além da aplicação de 185 autos de infração envolvendo diferentes produtos proibidos, como rede (382), tarrafa (131), barco (71), vara de pescar (103), molinete (123), motor de popa (2), freezer (2) e espinhel (159).

Conforme a secretária executiva do Cepesca, Gabriela Priante, mesmo com o fim do período proibitivo, a população deve estar consciente de que a legislação da pesca traz inúmeras regras para os pescadores profissionais e amadores em Mato Grosso. “Em primeiro lugar, todos têm que estar habilitados, ou seja, tem que fazer a carteira de pesca. A Sema é responsável pela emissão da carteira para pescador amador”.

O Cepesca é um órgão deliberativo, responsável pelo assessoramento do poder executivo na formulação da política estadual da pesca, composto por 18 representantes de diversas instituições, entre elas: Sema e Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec); Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema); Ibama; Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa); Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT); Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat); MPE; representantes das colônias de pescadores e do setor empresarial de turismo de pesca de cada uma das três bacias hidrográficas e de organizações ambientalistas.

Piracema

Considerando o ciclo natural de reprodução dos peixes migratórios, foi estabelecido o período de defeso, que tem por objetivo possibilitar a renovação dos estoques pesqueiros para os anos seguintes. A mudança na data realizada por Mato Grosso a partir do ano passado se embasou em um monitoramento reprodutivo dos peixes realizado pelo Cepesca, que mostrou que cerca de 75% dos peixes dos rios do Estado iniciam sua fase de ovulação em outubro; e em média 40% terminam esse período em janeiro. “Foram mais de seis meses de monitoramento e também avaliação de séries históricas de estudos anteriores (desde 2004) para se chegar a esta proposta, com a participação de inúmeros parceiros”, explica Gabriela Priante.

Denúncias

A pesca depredatória e outros crimes ambientais podem ser denunciadas por meio do 0800-65-3838. Outros telefones para informações e denúncias: (65) 3613-7394 (Setor Pesca), nas unidades regionais da Sema, via WhatsApp no (65) 99281-4144 (Ouvidoria), ouvidoria@sema.mt.gov.br ou no aplicativo MT Cidadão (Ascom)

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