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ÁGUA BOA – Neste domingo, o programa Coração Nativo do locutor João Vargas entrevistou Mirian Bernieri e Vanderlei Beia da Associação Comercial e Empresarial. Os dois empresários informaram que apoiam a ciclovia, mas são contra o fechamento das ruas que interligam com a Av. Araguaia para a construção da ciclovia.

Vanderlei Beia afirma que em Rondonópolis, Lucas do Rio Verde e outras cidades, a ciclovia está inserida, sem interromper o fluxo para os demais agentes do trânsito. Mirian afirma que audiência pública discutiu a vinda da ciclovia, mas não o fechamento da avenida.

Ressaltou que o comércio se sente prejudicado de novo e espera que o Executivo reveja o projeto. As entrevistas com Mirian e Vanderlei serão reproduzidas daqui a pouco, ás 12hs 30min. no REPÓRTER INTERATIVO.

 

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ÁGUA BOA - Um novo assunto toma conta dos comentários na cidade: a construção da ciclovia na Av. Araguaia.

O maior problema apontado pelos entrevistados é a interrupção do trânsito nas ruas que atravessam a Av. Araguaia. É o caso das ruas 08, 10, 12 e 14, entre outras transversais, cujos motoristas não poderão mais atravessar a Av. Araguaia.

Segundo a opinião da maioria, isso vai prejudicar tanto os comércios quanto os próprios moradores, que só poderão acessar o outro lado da av. Araguaia, transitando somente pelas rotatórias. Nossa reportagem visitou na tarde desta sexta-feira, 13 estabelecimentos comerciais do centro. Apenas 3 estabelecimentos não se manifestaram sobre o assunto.

Dos outros 10 comércios, 6 foram contra o fechamento das ruas e 4 foram a favor. Portanto, divide opiniões. Ninguém se disse contra o projeto da ciclovia, mas alguns reprovam o alto custo anunciado. A grande maioria entende que um assunto dessa envergadura deveria ter sido amplamente discutido com a sociedade, pois envolve o dia a dia dos água-boenses. Na placa anunciando a obra da ciclo-rota o custo é de R$ 865 mil com prazo de 4 meses para sua conclusão.

Alguns moradores também ficaram preocupados com a possibilidade da obra exigir a derrubada de árvores do canteiro central, o que aumentaria o impacto negativo do serviço. Detalhes do projeto não foram revelados.

=== Sobre o projeto da ciclovia, a empresária Mirian Bernieri disse que existem muitas outras prioridades no momento, citando o caso de uma erosão no lado direito da Av. Planalto, para quem se dirige para o Setor Universitário. Ela acha que na próxima temporada de chuvas, a situação vai piorar nesse ponto, se nada for feito. Citou ainda que o prédio da UPA está fechado a dois anos enquanto a sociedade aguarda por sua abertura.

A empresária também observa que o congestionamento de trânsito nas rotatórias em horário de pico é grande, e só tende a aumentar com mais essa decisão de fechar as transversais com a Av. Araguaia. Mirian observa que faltou debater amplamente o assunto com a sociedade para se chegar a um denominador comum no projeto da ciclovia ao longo da Av. Araguaia. Mirian deixou bem claro que não é contra a ciclovia, mas acha que faltou discutir o assunto.