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CANARANA – Moradores do distrito de Serra Dourada em Canarana estão denunciando possível invasão de propriedade. Nas últimas semanas, diversas pessoas vindas de várias partes da região começaram a invadir terrenos públicos e particulares da vila.

Segundo a denúncia, até uma Praça Pública de Serra Dourada foi invadida por algumas pessoas. Para piorar a situação, alguns invasores estão vendendo os terrenos que nem lhes pertence para terceiros, sem documentação.

Proprietários de terrenos foram informados e devem entrar na justiça para promover o despejo dos invasores. Por conta das invasões, cresce a preocupação com possível rede clandestina de água e de energia elétrica. Além disso, o distrito de Serra Dourada não oferece emprego, então a vinda de algumas famílias pode causar outros problemas sociais.

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SÃO PAULO - Ao menos 20 funcionários públicos foram presos pela Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (17) suspeitos de envolvimento na Operação Carne Fraca, que investiga a venda ilegal de carnes. Foram emitidos 38 mandados de prisão - 34 contra funcionários públicos. A operação apura o envolvimento de fiscais do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento em um esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos.

Também foram presos executivos de grandes grupos frigoríficos, como o gerente de Relações Institucionais e Governamentais da BRF Brasil, Roney Nogueira dos Santos; o diretor da BRF André Luis Baldissera; e o funcionário da Seara, empresa da JBS, Flávio Evers Cassou. O dono do frigorífico Larissa, Paulo Rogério Sposito, também foi preso.

=== Frigoríficos investigados naOperação Carne Fracausavam produtos químicos para "maquiar" carne vencida, injetavam água para aumentar o peso dos produtos e, em alguns casos, foi constatada ainda falta de proteína na carne. Os detalhes foram passados pelo delegado da Polícia Federal Maurício Moscardi Grillo em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (17).

“Eles usavam ácidos e outros produtos químicos para poder maquiar o aspecto físico do alimento. Usam determinados produtos cancerígenos em alguns casos para poder maquiar as características físicas do produto estragado, o cheiro", disse Moscardi. A PF, no entanto, não detalhou ainda em quais empresas foram encontradas estas irregularidades.

A operação apura o envolvimento de fiscais do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento em um esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos.

Segundo a PF, a Carne Fraca é a maior operação já realizada pela corporação. São 1,1 mil policiais cumprindo 309 mandados – 27 de prisão preventida, 11 de prisão temporária, 77 de condução coercitiva e 194 de busca e apreensão. As ordens judiciais foram expedidas pela 14ª Vara da Justiça Federal de Curitiba e estão sendo cumpridas em São Paulo, Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás.

Em dois anos de investigação, detectou-se que funcionários de superintêndencias regionais de Paraná, Minas Gerais e Goiás recebiam propina para facilitar a produção de alimentos adulterados, emitindo certificados sanitários sem qualquer fiscalização efetiva. Alguns dos funcionários foram detidos na operação nesta manhã.

Foram investigadas grandes empresas do setor, como a BRF Brasil, que controla marcas como Sadia e Perdigão, e também a JBS, que detém Friboi, Seara, Swift, entre outras marcas. Também há envolvimento, segundo a PF, de frigoríficos menores, como Mastercarnes, Souza Ramos e Peccin, do Paraná, e Larissa, que tem unidades no Paraná e em São Paulo. O G1 tenta contato com as empresas citadas. (PF e G1)

PARTIDOS RECEBIAM PROPINA DE ESQUEMA DA CARNE

O delegado da Polícia Federal (PF) Maurício Moscardi Grillo afirmou que os partidos PP e PMDB eram beneficiados com propina envolvendo o esquema ilegal de vendas de carnes. "Dentro da investigação ficava bem claro que uma parte do dinheiro da propina era sim revertida para partido político. Caracteristicamente já foi falado ao longo da investigação dois partidos que ficaram claros: que é o PP e o PMDB", disse durante a coletiva de imprensa realizada em Curitiba na manhã desta sexta-feira (17), dia em que a Operação Carne Fraca foi deflagrada pela PF.

A operação apura o envolvimento de fiscais do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) em um esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos.

Segundo a polícia, a Carne Fraca é, em números, a maior operação já realizada pela PF no país. Pela manhã, funcionários do ministério foram detidos. Em seis estados do Brasil e no Distrito Federal, 309 mandados judiciais são cumpridos, sendo 27 de prisão preventiva – que é por tempo indeterminado – e 11 de prisão temporária.

"O período da investigação é o período que eu posso dizer, ao longo de dois anos de investigação isso era mais claro para a gente. Não sei se eventualmente um esquema ligado a partidos ocorria há mais tempo e também não ficava caracterizado para a gente para qual político especificamente ia todo esse dinheiro", relatou Maurício Moscardi Grillo.

A PF informou que ainda não foi detectado o motivo pelo qual o dinheiro era destinado aos partidos. O delegado disse que o valor é alto, mas, até o momento, não se sabe quanto.

O PMDB informou que desconhece o teor da investigação, mas não autoriza ninguém  a falar em nome do partido. O G1 entrou em contato com o PP e aguarda uma resposta.

Durante a coletiva, o delegado também disse que os frigoríficos investigados na Operação Carne Fraca usavam produtos químicos para "maquiar" carne vencida. As empresas  injetavam água para aumentar o peso dos produtos e, em alguns casos, foi constatada ainda falta de proteína na carne.

"Eles usavam ácidos e outros produtos químicos para poder maquiar o aspecto físico do alimento. Usam determinados produtos cancerígenos em alguns casos para poder maquiar as características físicas do produto estragado, o cheiro", afirmou Maurício Moscardi Grillo. (g1)

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ÁGUA BOA - O Jornal Interativo vai circula neste final de semana com a edição nº 463. Confira as principais manchetes desta semana:

– Tripolo reiniciará obras na MT-240.

- Vida selvagem.

- Governo quer mais dinheiro de impostos.

- Araguaia quer BR-080.

- Rodoanel de Querência em discussão.

- Lideranças discutem questões indígenas.

- Perigos da beleza.

- Diabetes se agrava.

- Feriado do comerciário é direito adquirido.

- PM e OAB fazem ampla parceria.

- Seguro desemprego caiu 13,2% em fevereiro.

- Magistrado explica soltura de reeducando perigoso.

- Plantão policial.

Estas e outras notícias você lê no Jornal Interativo que circula no Araguaia.

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ATUALIZADA DIA 16/03

ÁGUA BOA – Motoristas de caminhões denunciaram hoje pela manhã, que um grupo de indígenas continua bloqueando temporariamente a BR-158 no trecho entre Água Boa e Nova Xavantina. Eles bloquearam caminhões e os motoristas só prosseguiram viagem, pagando de R$ 20 até R$ 50,00 de pedágio.

Ontem à tarde, segundo relato de um caminhoneiro, o motorista achou que se tratava de assalto e não parou no bloqueio. Os índios, em represália, teriam apedrejado o caminhão, quebrando o vidro da porta e o retrovisor do veículo. Agora pela manhã, segundo relato de vários motoristas, enquanto a Polícia Rodoviária Federal esteve no trecho, existiu segurança. Porém, quando os policiais saíram do local, os bloqueios voltaram a acontecer.

Neste momento, é inseguro viajar pela BR-158 no trecho entre Agua Boa e Nova Xavantina. O aconselhado é que os motoristas evitem qualquer problema com os indígenas, enquanto as autoridades não se manifestarem sobre o caso. Francisco dos Santos Magalhães, o Chico da Funai disse que sabe do fato. Infelizmente, segundo ele, um pequeno grupo de indígenas tomou essa atitude irregular. Afirmou que a maioria dos indígenas também não compactua com esse ato ilegal. Ele afirmou, porém, que caberá à Polícia Rodoviária Federal oferecer a segurança no trecho. Um caminhoneiro fez um desabafo nas redes sociais, falando sobre essa situação esta manhã.

A Polícia Rodoviária Federal disse que hoje pela manhã, a situação está calma. Não há indígenas no local do bloqueio. A cobertura completa daqui a pouco, no bloco de reportagens. Será as 12hs 30min.

 

 

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ÁGUA BOA - Indígenas resolveram trancar agora a tarde, a BR-158 entre Agua Boa e Nova Xavantina. Caminhões e veículos foram barrados e tiveram que pagar pedágio.

O motorista de um caminhão da Moveis Gazin pagou 100,00 de pedágio aos indígenas para prosseguir viagem. Segundo motoristas, o pedágio estava sendo efetuado próximo da Aldeia Tripá, na região do PA Santa Maria.

A Polícia Rodoviária Federal foi acionada.

A pauta de reivindicações não foi apresentada ainda.

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 ÁGUA BOA – Alguns caminhoneiros preocupados com o pico da safra fizeram algumas sugestões para o bom andamento dos trabalhos.

A primeira preocupação dos motoristas é quanto a fila de espera para descarregamento da soja em um armazém na Serra da Coinbra, na MT-240, interior do município.

Os motoristas disseram que tem que aguardar estacionados na MT-240 para descarga da soja. Eles temem acidentes envolvendo os caminhoneiros e os demais veículos que transitam em alta velocidade pelo local.

A outra sugestão é que seja aumentado o pátio de estacionamento para os caminhões, desafogando o trânsito da rodovia.

Um representante do armazém afirmou que já solicitou a colocação de redutor de velocidades na descida da Serra da Coinbra, mas não foi atendido.

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Penitenciária ÁGUA BOA - Agentes penitenciários lotados na Penitenciária Regional Major Zuzi farão paralisação nesta quarta-feira em apoio ao protesto nacional pela retirada dos direitos históricos dos trabalhadores.

O movimento de paralisação nacional manterá apenas 30% do efetivo trabalhando nas penitenciárias. Somente os casos emergenciais serão atendidos pela classe.

Em Água Boa, não haverá aula nas escolas estaduais Antonio Gröhs e 09 de Julho nesta quarta-feira, nem nas escolas municipais. Os trabalhadores alertam a população sobre a retirada de direitos trabalhistas nas reformas da previdência pretendidas pelo governo.

Os trabalhadores na educação vão se reunir na Praça da Cultura às 7hs da manhá e depois, distribuirão panfletos e colherão assinaturas das pessoas. O documento abaixo-assinado será entregue na Câmara de Vereadores na próxima sessão.

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