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 ÁGUA BOA – Se algumas pessoas comemoram a chegada dos dias mais frios para ficar embaixo do cobertor, os comerciantes de Água Boa também comemoram. Isso porque, com as temperaturas baixas, aumentaram as vendas de roupas e acessórios.

Paulo Cesar Pereira Paixão, dono da D'Gradee Modas, afirma que as vendas subiram em até 20% em relação ao inverno do ano passado. As peças mais procuradas são moletons tanto para adultos quanto para crianças. A torcida dos vendedores da loja é de que o frio não acabe.

O frio se deve à uma forte massa de ar polar vinda da Argentina que chegou ao país na segunda-feira e causou uma onda de frio surpreendente. As regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e parte da região Norte foram as que mais sentiram as mudanças.

Segundo dados do INMET, em Água Boa a mínima neste ano de 11 graus e 1 décimo foi registrada na terça-feira (18/07). No ano passado a menor temperatura registrada no município foi em agosto, com 13.6 C°.

“O frio é ótimo, alavanca as vendas, diz a dona da Aquarela Modas. Ana Maria afirma que blusas de frio e moletons foram os artigos mais procurados pelos clientes. “As vendas foram acima do que ocorreu na temporada fria do ano passado”. (Wallacy Riboli/Ináio Roberto)

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Boi em fazenda para abateCUIABÁ - A operação Carne Fraca e a paralisação de frigoríficos reduziram o abate de bovinos em Mato Grosso durante o primeiro semestre deste ano. Nos seis primeiros meses do ano, foram abatidas 2,272 milhões de cabeças, um recuo de 4,2% em relação ao registrado em igual período de 2016 (recorde de 2,371 milhões de animais).

O desempenho corresponde ao pior nível para o período desde 2010 (2,25 milhões de cabeças), segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Em relatório, os pesquisadores do Imea afirmam que esta queda já era esperada. "Visto que em abril houve a paralisação de diversas plantas frigoríficas no estado, marcando o mês com os menores números de abate desde dezembro de 2008", informam os pesquisadores, na análise.
"Com este abate reduzido no primeiro semestre, o segundo semestre se inicia com a expectativa de continuar uma ‘tradição’ que já dura seis anos em Mato Grosso, que é ter um volume abatido maior que o primeiro semestre", completa o Imea.

Em relação apenas ao mês de junho, o abate totalizou 401,08 mil cabeças, um aumento de 7,34% ante junho de 2016 (373,64 mil). Em relação a maio, houve queda de 8%. "Tal retração se deu por causa da quantidade de fêmeas abatidas em junho, que foi 18,41% menor do que no mês anterior", conclui o Imea.

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ÁGUA BOA – A comissão organizadora da 26ª Expovale se reuniu nesta sexta feira (14) na sala de múltiplo uso da prefeitura municipal para prestar contas de todas as despesas e receitas da Expovale no ano de 2017. Ao total foram gastos na 26ª Expovale, R$ 2.012.521,90. Deste valor, R$ 935.733,60 foram gastos com shows, palco e som, sendo o maior gasto da festa. Já as receitas totalizaram o valor de R$ 2.100.249.

A maior receita foi gerada por parte do município, Câmara de Vereadores, patrocínios e cartelas vendidas. O saldo positivo foi de R$ 227.778,84. Foram pagos R$ 140.050,79 de dívidas da 25ª Expovale. Por enquanto, o saldo positivo é de R$ 87.728,05, cujo recurso poderá ser usado para a Expovale de 2018. Em entrevista a nossa reportagem Pedro Rezende, presidente da 26ª Expovale, disse que todos os presidentes deveriam fazer esta prestação de contas, deixando uma marca de transparência para Expovale, tendo em vista, que há dinheiro público envolvido.

O presidente da Câmara Municipal de Vereadores, parabenizou a comissão organizadora pela transparência e também a agilidade em divulgar os valores da festa. A prestação de contas oficial fiscal acontecerá dentro de alguns dias pela comissão organizadora.

  

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NOVA XAVANTINA - A planta frigorífica Marfrig de Nova Xavantina está trabalhando para iniciar os abates no município no início do mês de agosto. A empresa já tem duas unidades funcionando no estado, em Tangará da Serra e Paranatinga. Além disso, as unidades de Mineiros (GO), Tucumã (PA), Chupinguaia (RO) e de Paranatinga (MT) estão expandindo as linhas de produção. Com isso, a Marfrig quer elevar sua capacidade de produção de carne bovina em 25%. Outra unidade, em Pirenópolis (GO), será reativada.
Segundo a Marfrig, esse movimento se deve à “maior disponibilidade de bovinos para abate no Brasil, decorrente do ciclo positivo de gado e maior retenção no primeiro semestre do ano e do atual cenário macroeconômico”.
Para o prefeito de Nova Xavantina, João Vaz da Silva - Cebola (PSD), a reabertura do frigorífico de Nova Xavantina é importante para toda a região do Araguaia.
O grupo Marfrig já começou a contratação de pessoas e a estimativa é que 600 pessoas sejam contratadas pelo frigorífico em Nova Xavantina. (NX1)

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BRASÍLIA - A produção de grãos na safra 2016/17 pode chegar a 237,2 milhões de toneladas, com um aumento de 27,1% ou 50,6 milhões de toneladas frente às 186,6 milhões de t da safra passada. Os números são da 10ª estimativa da atual safra, divulgada nesta terça-feira (11) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
A supersafra atual se deve a condições climáticas favoráveis e ao aumento da produtividade média de todas as culturas, com destaque para soja e milho, que tiveram alto nível de aplicação tecnológica. A produtividade da soja subiu de 2.870 para 3.362 kg/ha na atual safra e a do milho total, de 4.178 para 5.522 kg/ha.
Também é resultado de uma pequena ampliação de área de 3,9%. A soma de todas as culturas pode chegar a 60,6 milhões de hectares, frente aos 58,3 milhões de ha da safra 2015/2016.
Os números da produção e área da soja permanecem os mesmos do último levantamento. A cultura deve crescer 19,4% e chegar a 113,9 milhões de toneladas, com ampliação de 1,9% na área plantada estimada em 33,9 milhões de hectares. Quanto ao milho total, a produção deve alcançar 96 milhões de toneladas, 44,3% acima da safra 2015/2016. A previsão é de 30,4 milhões de toneladas para a primeira safra e de 65,6 milhões para a segunda. A área total deve alcançar 17,4 milhões de hectares, com um crescimento de 9,2%. As duas culturas respondem por 88,5% dos grãos produzidos no país.
A produção e a área do feijão total também ficaram próximas dos números do levantamento anterior, devendo atingir 3,4 milhões de toneladas, numa área de 3,1 milhões de hectares. O feijão primeira safra, que já está colhido, detém uma produção de 1,39 milhão de toneladas, resultado 34,3% superior ao produzido em 2015/2016. Já a segunda safra deve alcançar 1,24 milhão de toneladas, sendo 613,8 mil toneladas do grão cores, 187 mil toneladas do preto e 439,6 mil toneladas do feijão caupi. No caso do algodão pluma, o crescimento é de 15,2%, podendo alcançar 1,5 milhão de toneladas, frente a uma estimativa de redução de 1,7% na área cultivada.
Culturas de inverno – A previsão é de queda de 9,6% na área de trigo, podendo chegar a 1,93 milhão de hectares contra 2,1 milhões de ha da safra passada. A produção, com isso, deve recuar 17,1% e chegar a 5,6 milhões de toneladas frente às 6,7 milhões de t de 2016. Ao contrário do trigo, a aveia eleva a área em 15,3%, podendo alcançar 336 mil hectares, com uma produção estimada em 835,3 mil toneladas.
A pesquisa foi realizada no período de 18 a 24 de junho em todas as regiões produtoras, quando foram consultadas diversas instituições e informantes cadastrados em todo o país. (Ascom Conab)

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ÁGUA BOA – Aconteceu na manhã desta sexta-feira (07/07), no auditório do Sindicato Rural de Água Boa, uma importante palestra no setor de agronegócios. A palestra “Novos líderes para um novo agronegócio” teve como palestrante José Luiz Tejon, um dos nomes mais importantes do agronegócio brasileiro na atualidade.
Tejon é mestre em arte e cultura pelo Mackenzie, Doutor em Pedagogia da Superação pela UDE/Uruguai; Jornalista e publicitário formado pela Casper Líbero. Administrador com ênfase em marketing, com especializações na Pace University/EUA, Harvard/EUA, e MIT/EUA. Em liderança tem especialização no INSEAD/França.
A palestra foi uma iniciativa do Sindicato Rural juntamente com a FAMATO e AproSoja Brasil, tendo em vista a dificuldade que os setores da agricultura e pecuária sofrem no momento. Tejon falou ao público presente sobre o grande avanço no mercado do agronegócio. “Antigamente os pais falavam aos filhos para estudarem, do contrário iriam para a roça. Hoje, eles dizem que o filho deve estudar se quiser ir para roça”, afirma. O mundo do agronegócio se tornou muito mais tecnológico que todos imaginavam, e continuará assim segundo o palestrante.
Tejon ressaltou ainda que o país deve dar mais valor e abrir novos meios de exportação de produtos nacionais, pois no exterior o comércio de produtos brasileiros é fraco, e para dar continuidade ao marco que o estado de Mato Grosso tem de maior produtor de grãos do planeta, devemos encontrar novos consumidores e expandir a visibilidade do mercado brasileiro para o exterior.

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