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ÁGUA BOA – Neste mês de maio ocorre mais uma etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa no rebanho bovino e bubalino. Para facilitar o acesso dos pecuaristas à comunicação da vacina ao Indea, este órgão preparou um roteiro de reuniões pelo interior.

No dia 29 de maio, técnicos do Indea atenderão pecuaristas do PA Jandira.

No dia 30 de maio, no PA Serrinha. Dia 31, no PA Martins. No dia primeiro de junho, atendimento do Indea será no PA Jaraguá. No dia 02 de junho, no PA Santa Maria. Na ocasião, os pecuaristas poderão comunicar a aplicação da vacina contra a febre aftosa.

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AGUA BOA – Nos próximos meses o preço do feijão pode aumentar de novo. Com o clima instável e possibilidade de geadas antecipadas, a fraca colheita do feijão no interior do Paraná vai mexer com o mercado brasileiro.

Todos lembram que no ano passado, pagamos alto preço para o feijão nosso de cada dia. Em Água Boa, o quilo do feijão chegou aos R$ 11,00.

Hoje, a repórter Michele Soares pesquisou alguns supermercados da cidade. O quilo do feijão varia de R$ 3,99 chegando até R$ 6,59, dependendo da marca e do tipo. A estimativa do Instituto Brasileiro do Feijão é de que o preço pode aumentar ao longo deste ano, por falta de produto.

Também merece destaque o fato de que o mesmo tipo de feijão também tem grande diferença de preço entre os estabelecimentos pesquisados. A diferença em alguns casos chega aos R$ 2,00 pelo pacote de 1kg. (Inácio Roberto/Michele Soares)

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CUIABÁ - Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) protocolizou em diferentes órgãos do governo estadual e federal um ofício solicitando providências com relação ao bloqueio de estradas por indígenas em Mato Grosso. Na região sudeste, por exemplo, desde a última semana a BR-070 vem sendo interditada pelos indígenas das etnias Bororos e Xavantes que cobram pedágio para liberar a passagem. 
A solicitação da Acrimat é para que os órgãos responsáveis pela tutela dos povos indígenas brasileiros assumam suas responsabilidades.
“Não podemos aceitar que o direito de ir e vir da população seja restringido. Existem meio legais para reivindicar sem ferir o direito do próximo. Além da extorsão, do prejuízo financeiro, ainda temos nossa integridade física ameaçada”, afirma o presidente da Acrimat, Marco Túlio Duarte Soares. A legislação citada se refere à Lei nº 6.001/73, Art. 7º e especialmente o inciso 2º.
A produtora de Barra do Garças, Téia Fava, destaca que nos últimos dias a população se surpreendeu com a ação pela violência com que as interdições vêm ocorrendo. “É normal sermos submetidos ao pagamento de pedágios ilegal, mas de uns tempos para cá os índios estão armados com enxadas, foices para ameaçar motoristas e passageiros. Os órgãos responsáveis precisam adotar uma política para evitar este tipo de ação”.
A Acrimat enviou o documento para a Fundação Nacional do Índio (Funai), Ministério Público Federal, Polícia Federal, Ministério da Justiça e Governo do Estado. No ofício, a entidade destaca que são constadas em todo o Estado, um grave e recorrente movimento da população indígena com ações de fechamento de rodovias e cobranças de pedágios e ainda, com demonstração ostensiva de força causando constrangimento, pânico e até agressões físicas na população usuária das rodovias federais e estaduais. (Ascom)

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Crédito: José MedeirosCUIABÁ - No último dia da visita técnica, nesta sexta-feira (19.05), ao estado de Iowa, nos Estados Unidos, o governador Pedro Taques e a comitiva mato-grossense visitaram a planta de etanol e milho da Summit Agricultural Group, empresa responsável pelo investimento de R$ 400 milhões da Fiagril & Summit (F&S Agrisolutions), na cidade de Lucas do Rio Verde.

Na ocasião o governador, o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ricardo Tomczyk e o diretor executivo do Grupo Summit, Bruce Rastetter, discutiram a importância da nova planta, que será inaugurada no dia 11 de agosto.

“É uma planta que, inicialmente, irá consumir 500 mil toneladas de milho por ano, mas já está pronta para ser duplicada e passar a consumir um milhão de toneladas por ano, transformando isso em etanol. São 220 milhões de litros de etanol na primeira fase, por ano”, explica Ricardo.

Além do etanol, a empresa irá gerar energia, que será vendida para rede, e irá aproveitar a biomassa. Eles também fabricarão DDG, um subproduto do milho muito rico em proteína, que será vendido para alimentação animal, especialmente de suínos e bovinos.  

O governador Pedro Taques ressalta a importância da verticalização e industrialização da produção de etanol, além do uso de tecnologia de ponta, como a parceria entre a empresa mato-grossense e a americana. “Mato Grosso está pronto para isso. Queremos atrair cada vez mais investidores e potencializar a economia e aptidões do Estado”, explicou Taques.

A parceria com e empresa americana traz à Mato Grosso a primeira indústria do Brasil a operar exclusivamente com milho, abrindo assim o processo de industrialização do milho mato-grossense.  

Segundo Tomczyk, esse ano o estado deve produzir cerca de 30 milhões de toneladas, dos quais apenas 3 milhões são consumidos em Mato Grosso. Com a abertura da nova indústria haverá aumento imediato no consumo, o que poderá, segundo Ricardo, incentivar a abertura de outros investidores em novas plantas no estado por conta da grande produção. “Tudo isso se transforma em renda, em emprego e também em desenvolvimento para o Estado”, pontua ele.

 O projeto de US$ 115 milhões e deverá criar muitos empregos. “Há uma estrutura financeira que está bancando este investimento com a captação de investidores dos Estados Unidos, juntando com a expertise da Fiagril na região, de onde saiu a F&S, um empreendimento conjunto entre as duas empresas”, explicou o secretário.

Para o diretor executivo da Summit, Bruce Rastetter, a indústria irá ajudar a compensar a crescente demanda de etanol do país que não pode ser atendida pela atual produção de etanol de cana de açúcar. “Além disso, introduzirá na região produtos derivados do milho ricos em fibras e proteínas que servirão como alimentos de alto valor agregado para a indústria pecuária brasileira”.

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ÁGUA BOA - Saiu o segundo edital. O IBGE divulgou no Diário Oficial da União da segunda-feira, 24 de abril, o edital nº 02/2017 que abre 24.984 vagas temporárias para cargos de níveis fundamental e médio em cargos de Agente Censitário e Recenseador para realização do próximo Censo Agropecuário. Juntamente com o edital 01/2017, que tem 1.039 vagas, as duas seleções abertas no órgão somam agora 26.023 vagas para atuação em todos os estados do país.

As seleções estão a cargo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), e tem reserva de 5% das vagas para as pessoas com deficiência e 20% para os candidatos negros e pardos.

São 18.845 vagas para Recenseadores, função que tem requisito de ensino fundamental completo e remuneração por produção, calculada por setor censitário, com base nas quantidades de unidades de estabelecimentos agropecuários recenseados. São ainda 1.272 vagas para Agente Censitário Municipal, de nível médio, que tem salário de R$ 1.900,00; e 4.867 vagas para Agente Censitário Supervisor, que também exige ensino médio e tem rendimentos de R$ 1.600,00. Somente para as funções de Agente Censitário Municipal (ACM) e Agente Censitário Supervisor (ACS), o contratado fará jus ao auxílio alimentação de R$ 458,00, auxílio transporte, assim como férias e 13º salário proporcionais - veja o edital 02/2017.

Para as funções de Agente, a jornada de trabalho será de 40 horas semanais, sendo 8 horas diárias. Já para Recenseador, a jornada de trabalho recomendável é de, no mínimo, 25 horas semanais, além da participação integral e obrigatória no treinamento. A previsão de duração dos contratos é de até 7 meses para as funções de Agente Censitário Municipal e Agente Censitário Supervisor e será de até 5 meses para Recenseadores.

As inscrições para os cargos do edital 02/2017 devem ser feitas de 24 de abril a 23 de maio de 2017, via internet, no endereço eletrônico da FGV - www.fgv.br/fgvprojetos/concursos/ibge-pss. A taxa de inscrição será de R$ 22,00 para Recenseadores e de R$ R$ 39,50 para Agentes. No ato da inscrição, o candidato deverá manifestar sua opção de função e UF/Posto de Coleta ou UF/Área de Trabalho, em que deseja concorrer à vaga, e também, a UF/Posto de Coleta ou UF/Área de Trabalho onde realizará a prova, de acordo com o especificado no Anexo III do edital.

A seleção terá prova objetiva com 50 questões de língua portuguesa, raciocínio lógico quantitativo, noções de administração/ situações gerenciais e conhecimentos técnicos para as funções de Agente Censitário Municipal e Agente Censitário Supervisor e constará de 40 questões de língua portuguesa, matemática e conhecimentos técnicos para a função de Recenseador.

A prova objetiva será realizada no dia 16 de julho de 2017, das 13h às 17h, horário oficial de Brasília-DF, em locais que serão divulgados no endereço eletrônico da FGV no dia 10 de julho. O gabarito oficial preliminar será divulgado no site do certame no dia 18 de julho e o gabarito definitivo com os resultados das provas sairá em 31 de agosto de 2017.

Edital nº 01/2017 - O primeiro edital do processo seletivo aberto pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) teve uma retificação publicada. Agora, a seleção tem 1.039 vagas abertas de nível médio e superior para a contratação temporária de servidores para atuação no próximo censo agropecuário.

O edital 01/2017 soma 1.039 vagas, sendo 171 para Analista Censitário, 344 para Agente Censitário Administrativo, 174 para Agente Censitário de Informática e 350 para Agente Censitário Regional.

Para Analistas, cargo de nível superior, a remuneração inicial será de R$ 4.000,00. Para os demais cargos a exigência é de formação de nível médio, com salários de R$ 1.500,00 para Agente Censitário Administrativo, R$ 1.700,00 para Agente Censitário de Informática e de R$ 2.500,00 para Agente Censitário Regional. Além do salário, os contratados terão auxílio alimentação mensal de R$ 458,00, auxílio transporte, férias e 13º salário, por jornada de trabalho de 40 horas semanais.

Para Analistas Censitários, há vagas nas áreas de Agronomia, Análise de Sistemas (Desenvolvimento de Aplicações, Web Mobile, Suporte à Comunicação e Rede, Suporte à Produção e Suporte Operacional e de Tecnologia), Análise Socioeconômica, Biblioteconomia e Documentação, Ciências Contábeis, Geoprocessamento, Gestão e Infraestrutura, Jornalismo, Logística, Métodos Quantitativos, Produção Gráfica/ Editorial, Programação Visual/ Webdesign e Recursos Humanos. A distribuição das vagas por estado/cidade está no anexo III do edital IBGE 01/2017.

Os contratos terão vigência de trinta dias, podendo ser sucessivamente prorrogados de acordo com a necessidade do trabalho e/ou disponibilidade de recursos orçamentários. A previsão de duração dos contratos é de até 13 meses para a função de Analista Censitário, 10 meses para a função de Agente Censitário Administrativo, 9 meses para Agente Censitário Regional e de 7 meses para Agente Censitário de Informática.

As inscrições na seleção regida pelo edital 01/2017 seguem abertas até as 23h59 do dia 09 de maio de 2017, via internet, no endereço eletrônico da FGV - www.fgv.br/fgvprojetos/concursos/ibge-pss. A taxa de inscrição vai de R$ 27,00 a R$ 78,00.

O processo seletivo terá prova objetiva com 50 questões de língua portuguesa, conhecimentos específicos, raciocínio lógico quantitativo, noções de administração e situações gerenciais e noções de informática, dependendo do cargo. A prova objetiva será realizada nas cidades previstas no Anexo III do edital, no dia 02 de julho de 2017, das 13h às 17h, horário oficial de Brasília-DF, em locais a serem divulgados no dia 26 de junho.

Do Censo - O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão autorizou no dia 17 de março, a contratação de 26.010 pessoas para a realização do próximo Censo Agropecuário que acontecerá em todos os estados do país. Segundo a Portaria de Nº 45, o prazo de duração dos contratos será de até um ano, com possibilidade de prorrogação até o limite máximo de três anos, desde que a prorrogação seja devidamente justificada, com base nas necessidades de conclusão das atividades.

A publicação da Lei Orçamentária Anual de 2017 já havia informado das previsões de arrecadação oriundas do pagamento das taxas de participação dos candidatos interessados nas vagas que serão novamente disponibilizadas pelo IBGE. A previsão inicial era da abertura de 82.050 vagas para a realização do próximo Censo Agropecuário, que já aconteceria por meio dos seletivos que haviam sido aprovados pelo Ministério do Planejamento em 2015, para realização no ano de 2016. Uma das seleções, já estava, inclusive em andamento, para 1.409 vagas, porém cortes no orçamento da União culminaram em seu cancelamento. Agora, as seleções foram retomadas.

Salários - Segundo a tabela vigente de remunerações que o IBGE divulgou, o Analista Censitário, cargo de nível superior, terá vencimentos de R$ 4.000,00. Já para os cargos de nível médio, a remuneração será de R$ 2.500,00 para Agente Censitário Regional; R$ 1.500,00 para Agente Censitário Administrativo, R$ 1.900,00 para Agente Censitário Municipal, R$ 1.700,00 para Agente Censitário de Informática e de R$ 1.600,00 para Agente Censitário Supervisor. Já a função de Recenseador tem requisito de ensino fundamental completo e os salários serão variáveis de acordo com o número de domicílios pesquisados, por produção

 

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CUIABÁ - A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) informa que os produtores rurais terão até o dia 12 de junho para atualizar as informações dos estoques de seus rebanhos de todas as espécies e comunicar ao Instituto de Defesa Agropecuária (Indea-MT). O produtor pode aproveitar o período de vacinação contra a febre aftosa, que começou dia 1º de maio e vai até o dia 31, para fazer a atualização.
Devem ser informadas a contagem do rebanho por categoria (faixa etária dos animais) e por espécie. A determinação consta na Lei nº 10.486, publicada dia 29 de dezembro de 2016, que trata da Campanha de Atualização de Estoque de Rebanho e suas penalidades.
A Famato alerta que este é o único prazo que os produtores terão para fazer a atualização. O produtor que não fizer a contagem terá que pagar multa de 1,5 UPF/MT (mês de maio/2017 corresponde a R$ 130,37) por cabeça nas campanhas futuras em que os dados dos estoques físicos estiverem divergentes do cadastro do Indea-MT.
É importante destacar que o valor da UPF/MT tem atualização mensal, portanto o valor da multa aplicada pode ser ainda maior. (Ascom)

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