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CUIABÁ - A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) alerta os produtores rurais sobre ao novo prazo para adequação das normas de armazenamento de defensivos agrícolas. O prazo que era de 180 dias, instituído na Instrução Normativa (IN) do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT), nº 003/2016, publicado no Diário Oficial de Mato Grosso dia 21 de setembro de 2016, foi prorrogado por mais 90 dias a contar da data da publicação da Portaria nº 014/2017, em 20 de março de 2017.

O pedido de prorrogação partiu da classe produtora sob o argumento de que o cumprimento da IN 003/2016 coincide com o período de safra. Nesse período, ocorrem chuvas intensas e as propriedades rurais estão com estoque elevado de defensivos, impossibilitando a execução de obras de adequação.

A analista de Agricultura da Famato Karine Machado chamou a atenção para os principais pontos em que os produtores rurais devem ficar atentos, como por exemplo a exposição de defensivos, depósitos em áreas urbanas e dos parâmetros legais de armazenamento nas propriedades rurais.

Karine ainda reitera que o comprimento da IN, mesmo que de forma integral, não isenta o produtor de cumprir as normas específicas, estabelecidas pelos órgãos ambientais, da saúde e da segurança do trabalho que tratarem do armazenamento de defensivos agrícolas.

Seguem abaixo os destaques da Instrução Normativa ao que se refere aos produtores rurais:

Art. 3º - É proibida a exposição de defensivos e afins nos pontos de venda e em eventos de qualquer natureza.

Art. 7º - É facultado ao usuário final depositar os defensivos e afins em áreas urbanas, seja em empresas prestadoras de serviço de armazenamento devidamente registrada no Indea ou em depósito que atenda as mesmas exigências estabelecidas no capítulo I da IN.

Capítulo III Art. 11º – do Armazenamento em Propriedades Rurais.

A Famato, entidade de classe que representa 90 Sindicatos Rurais de Mato Grosso, desenvolve ações institucionais que garantem que a voz do produtor rural seja ouvida em diferentes instâncias. Lidera o Sistema Famato, composto pela Famato, Senar-MT, Sindicatos Rurais e o Imea. Quer saber mais sobre nossas ações? Acompanhe nossas redes sociais pelo www.facebook.com/sistemafamato e @sistemafamato (instagram e twitter) #OrgulhodeSerAgro #SistemaFamato #Famato. (Ascom Famato)

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CUIABÁ - Após solicitação da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT) revisou a lista de preços mínimos da pecuária de corte do estado. No entanto, os valores não estão condizentes com os preços de mercado e nem de acordo com o que foi solicitado pela Federação em ofício enviando para a secretaria em fevereiro deste ano.
A Famato observou, desde o mês passado, o descompasso entre o preço de venda do produto no mercado físico e o preço de pauta estabelecido pelo Estado. Segundo a nova portaria (nº 049/2017), publicada dia 17/03, os preços são baseados em categorias que não traduzem a realidade dos valores de mercado.
Por exemplo, no mercado o preço do bezerro desmamado de oito meses custa em média R$ 994,59, conforme dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). E o bezerro de 12 meses custa em média R$ 1.119,46. Para essas duas categorias de animais, a Sefaz-MT estima o valor médio de R$ 1.352,45, ou seja, bem acima do valor de mercado.
Outro exemplo que merece destaque é o preço da arroba do boi para abate que, segundo a nova portaria, estão previstos os valores de R$ 142,58 para o boi gordo e R$ 137,50 para a vaca gorda, enquanto que o estudo do Imea aponta os valores de R$ 126,59 e R$ 121,15 respectivamente.
“O preço mínimo precisa traduzir ao fisco o preço de mercado operado pela comercialização do produto, por isso pedimos a revisão dos valores estabelecidos pelas portarias. Esses novos números sugeridos pela Sefaz-MT não condizem com a nossa realidade. O governo deveria utilizar os dados do Imea, que é um instituto renomado e respeitado. Os dados do Imea são fidedignos ao que acontece no mercado físico e são muito usados pelos produtores rurais de Mato Grosso”, avalia o vice-presidente da Famato, Francisco Pugliesi de Castro.
A Famato vai sugerir uma nova adequação do preço de pauta, utilizando como parâmetro a lista de preços mínimos com os valores apurados pelo Imea. (Ascom)

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ÁGUA BOA – Participa hoje do Repórter Interativo, o empresário Maurício Tonhá, promotor do maior leilão de gado do mundo. Uma operação deflagrada pela Polícia Federal e Ministério Público Federal na semana passada está prejudicando a pecuária brasileira, principal exportador da carne bovina do mundo. Maurição

Possíveis irregularidades foram detectadas em alguns frigoríficos, mas o modo como a operação foi conduzida, pode prejudicar toda a cadeia da pecuária. Maurição classificou como irresponsável, covarde e altamente infeliz esta operação dos órgãos federais. Para ele, os produtores rurais e os frigoríficos do país estão sendo prejudicados por essa operação.

Atualmente, segundo ele, 11 mil funcionários fiscalizam a sanidade animal brasileira, mas apenas 33 funcionários são suspeitos de terem cometido desvio de conduta. São 4.800 frigoríficos e outros estabelecimentos que produzem alimentos cárneos, mas apenas uma minoria pode ter cometido irregularidades. Tonhá salienta que da forma como foi conduzida a operação, o prejuízo afeta o agronegócio e a economia nacional.

A cadeia da carne brasileira gera mais de 10 milhões de empregos diretos e indiretos, talvez a maior cadeia empregatícia do Brasil. Maurício salienta que a Polícia investigou o fato por dois anos sem tomar nenhuma atitude, para só agora denegrir a imagem da pecuária brasileira como um todo. Ele disse acreditar no trabalho do Ministro da Agricultura Blairo Maggi, que está demonstrando que esta operação foi conduzida de maneira infeliz. O leiloeiro destaca que sempre acreditou e reconhece os bons trabalhos já prestados pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal, mas não nesse caso isolado.

O ministro está conduzindo bem as negociações, mostrando que são casos tão inexpressivos diante da gigantesca produção de carne dentro dos padrões exigidos. Ele considerou que a ação foi espalhafatosa, causando mais prejuízo do que mirando o problema isolado em si. Maurição espera que esses prejuízos sejam imediatamente reparados, provando a qualidade e a sanidade da carne brasileira. Ele se disse desconfiado diante dessa megaoperação da carne, por achar que há interesses escusos por trás de todos os fatos.

Mauricio Tonhá sugere que os pecuaristas tenham cautela nessa semana, observando e tirando suas conclusões. “Essa operação já está se provando ter sido totalmente infeliz e prejudicial à pecuária nacional”. Destacou que os frigoríficos continuam trabalhando, as pessoas continuam consumindo carnes, as churrascarias estão lotadas, enfim, os negócios seguem seu caminho normal. Para ele, toda essa confusão pode servir para atrair a atenção para a qualidade da carne brasileira diante de um mercado em franco crescimento no mundo.

“No domingo, fizemos um leilão com a venda de mais de 3 mil animais, mesmo diante desse cenário. Fico indignado com a corrupção, com a falta de propósito de muitas pessoas, mas fico indignado com a arrogância dos poderes que não percebem o mal que fazem ao país. Vamos continuar trabalhando e acreditando em dias melhores”, finalizou ele.

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ATUALIZADA EM 20/03

ÁGUA BOA - As lavouras de arroz estão em boa fase de desenvolvimento. A declaração partiu do engenheiro agrônomo Lúcio Adalberto Motta Filho. A colheita do arroz já está no começo, pois cerca de 25% da área já foi colhida. No atual ciclo, foram plantados cerca de 6 mil hectares com arroz no município.
Lúcio Motta salienta que doenças e pragas foram controladas devidamente pelos produtores, o que não redundou em prejuízos. Já o arroz colhido apresenta boa qualidade e produtividade acima das 50 sacas por hectare.
O pico da colheita do arroz será na virada de março para abril, mas a safra prosseguirá até o final do mês que vem. O agrônomo lembra que o preço do arroz também ajuda, ficando na faixa dos R$ 45,00 a R$ 50,00 a saca. (Inácio Roberto)

 

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Lúcio ÁGUA BOA – As lavouras de arroz estão em excelente desenvolvimento. A declaração partiu do engenheiro agrônomo Lúcio Adalberto Motta Filho.

Segundo ele, como poucas lavouras foram plantadas cedo, as fracas chuvas do começo de janeiro não trouxeram prejuízos. Nesse momento, as lavouras de arroz estão no estágio final de perfilhamento.

O enchimento dos grãos começa em fevereiro, quando são necessárias boas chuvas. O forte da colheita do arroz será na segunda quinzena de março. Lúcio Motta afirma que até agora, não houve incidência de pragas nas lavouras de arroz.

Foram plantados no município cerca de 6.500 hectares com a cultura.

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BRASÍLIA - A Petrobras aumentou em 9,8%, em média, os preços dos botijões de até 13 kg de gás liquefeito de petróleo para uso residencial (GLP P-13). O reajuste entrará em vigor às 0h de terça-feira (21). O último reajuste realizado pela companhia foi em 1º de setembro de 2015. A empresa alertou que a correção divulgada hoje (17) não se aplica ao GLP de uso industrial. 

A Petrobras destacou ainda que as revisões dos preços feitas para as refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor, uma vez que, de acordo com a legislação, há liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados. “Isso dependerá de repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores”, apontou a empresa na nota de informação do aumento.

Pelos cálculos da companhia, se o reajuste for repassado, integralmente, aos consumidores, o preço do botijão de GLP P-13 pode ter alta de 3,1% ou cerca de R$ 1,76. “Isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos”. Ainda conforme a nota, o ajuste foi aplicado sobre os preços praticados pela Petrobras sem incidência de tributos. (24horasnews)

Em Água Boa, o botijão de 13kg custa cerca de R$ 80,00. Com este aumento, o preço chegará perto dos R$ 88,00, praticamente 10% do valor do salário mínimo mensal que os trabalhadores recebem. Como a maior parte do comércio paga apenas o salário mínimo para a classe trabalhadora, ficará cada vez mais difícil sustentar uma família diante desses aumentos abusivos.

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ATUALIZADA DIA 17/03

ÁGUA BOA – A colheita das lavouras de soja está se aproximando dos 70% da área plantada. A informação partiu do presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos do município.

Luiz Omar Pichetti disse que dos cerca de 160 mil hectares, cerca de 112 mil já foram colhidos. A produtividade média da soja está bem acima das 50 sacas. Pichetti creditou o aumento da produtividade a tecnologia, uso de variedades de soja mais produtivas, soja inox que é resistente à ferrugem asiática, entre outros fatores.

Para o agrônomo, o clima favoreceu ao bom desenvolvimento das plantas, principalmente pela excelente luminosidade e chuvas fartas. Após a colheita da soja, os produtores já iniciaram o plantio do milho safrinha. Pichetti salienta a expectativa é de que sejam plantados até 20 mil hectares com milho safrinha.

O maior empecilho no momento é a baixa no preço do milho, o que levou alguns produtores a não plantarem o cereal. A colheita da soja deve entrar no mês de abril.

 

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ATUALIZADA DIA 09/03 

ÁGUA BOA – A colheita da soja já atingiu cerca de 60% das lavouras plantadas no município. A informação é do presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos.

Luiz Omar Pichetti disse que no atual ciclo, forma plantados cerca de 160 mil hectares com a oleaginosa. A produtividade está acima da média histórica de 50 sacas por hectare.

Ao mesmo tempo, os produtores estão acelerando o plantio do milho safrinha. Cerca de 20% das áreas já foram plantadas. Pichetti acredita que alguns produtores vão desistir de plantar o cereal, por causa da queda de preços.

 

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ATUALIZADA DIA 27/02 -

 

 ÁGUA BOA – A colheita da soja se aproxima dos 35% da área plantada no município. A informação é do engenheiro agrônomo José Luiz Polizelli. Nesta safra, foram plantados cerca de 160 mil hectares com a oleaginosa.

As chuvas dos últimos dias tem causado atraso na colheita, o que consequentemente impacta também no atraso do plantio do milho safrinha. Polizelli acredita que os prejuízos causados pelas chuvas não sejam significativos.

Ele disse que a produtividade da soja tem ficado na média, acima das 50 sacas por hectare. Algumas lavouras registraram colheitas acima das 60 sacas de soja.

 

 

 

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ATUALIZADA DIA 22/02

ÁGUA BOA – Apesar das chuvas intensas dos últimos dias, a colheita da soja segue tranquila. A declaração partiu do presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos do município.

Luiz Omar Pichetti disse que cerca de 25% das lavouras já foram colhidas. Somente alguns pequenos problemas forma verificados por causa das chuvas, mas as perdas não foram estimadas. O grosso da colheita se concentra a partir de agora.

Enquanto isso, as lavouras de arroz também seguem com bom desenvolvimento. A colheita do arroz será a partir de março.

Pichetti relatou que as máquinas não param no campo. Nesse momento, está sendo intensificada a semeadura do milho safrinha. A estimativa é de que sejam plantados até 20 mil hectares com milho. Alguns produtores podem desistir do plantio por causa do baixo preço do cereal.

 

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ÁGUA BOA – As chuvas que já caíram e as que ainda vão cair esta semana podem atrapalhar a colheita da soja no município.

A declaração partiu do presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos do município. Luiz Omar Pichetti ressaltou que alguns agricultores haviam dessecado talhões de lavouras prevendo a colheita na sequência.

Isso pode causar perdas localizadas. Até agora, cerca de 15% das lavouras de soja já foram colhidas no município. Os produtores plantaram no atual ciclo, cerca de 160 mil hectares. Pichetti estimou que podem ser colhidas até 500 mil toneladas da oleaginosa.

Como a previsão é de bastante chuva para esta semana em Mato Grosso, os agricultores terão que ficar atentos para as condições climáticas.

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